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O melhor de Abril

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Aquarela que criei durante Abril

ATUALMENTE

Li/Lendo – Matisse – Hilary Spurling | Orlando – Virginia Woolf (esse foi um projeto de leitura coletiva do canal Ler antes de morrer, onde eu deveria ter finalizado os 6 capítulos hoje mas ainda estou no terceiro) | Determinada a não começar nenhum livro novo enquanto eu não terminar a leitura dos outros, pelo menos, 15 livros em andamento lol.

Assistindo – REASSISTINDO pela milésima vez: Friends. E é impressionante o quanto a maioria das piadas perdeu a graça (sexistas, gordofóbicas, homofóbicas e etc.). Mas a história ainda é bem legal e ainda gosto muito dos personagens.

Ouvindo – Eu ouvi várias coisas aleatórias durante o mês de Abril e confesso que estou bem enjoada de todas as minhas playlists, mas gostei bastante de um álbum que ouvi pela primeira vez esse mês, o Fush Yu Mang (20th Anniversary Edition) do Smash Mouth. Uma música que tem me animado, que é uma das poucas que não enjoei, é Rock the casbah, do The Clash.

Fiz – Estou fazendo uma aula EAD, que virou projeto de extensão na verdade, e toda semana tenho experimentado novos materiais para produzir arte, o que está sendo bem legal (às vezes um pouco frustrante, mas faz parte). Continuei o projeto de Bullet journal no IGTV/Instagram da Diário Estranho e fiz também vários estudos de aquarela.

Aprendendo – Se teve uma coisa que eu aprendi esse mês, foi a ter auto-controle, lidar com a minha ansiedade e ser mais paciente. Acho que já me acostumei com o isolamento, mas em alguns dias eu só sinto vontade de arrancar os meus cabelos. Vários familiares meus foram infectados com coronavírus e foi muito difícil conseguir leito no hospital e a situação foi ficando grave (ainda não está boa, pra ser sincera). Então, como eu estou longe de toda a minha família (eles oram em Belém-Pará e eu em Brasília) não tem nada que eu possa fazer fisicamente e não terá nada que eu possa fazer também, nem à distância, se eu ficar mal emocionalmente por aqui.

Planejando – Continuo focando no meu trabalho, pensando em quando as coisas voltarem um pouquinho ao “normal”. Mas fora isso, acho que não tenho conseguido planejar absolutamente mais nada, nem consigo pensar nisso, tá sendo bem um dia de cada vez pra mim.

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Orlando- uma das minhas leituras desse mês

Espero que Maio traga coisas boas e mais saúde…

Até o próximo!

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O que eu achei do livro vocação para o mal

Livros

Vocação para o mal (título original em inglês career of evil) é o terceiro livro da série sobre o detetive Cormoran Strike, do autor Robert Galbraith (pseudônimo de J.K. Rowling).

Livros de suspense, principalmente suspense policial (olá amantes de Agatha Christie, Stieg Larsson, Conan Doyle e afins) raramente me decepcionam e, ao mesmo tempo, precisam de muitas coisas para me surpreender, que foi exatamente o caso de vocação para o mal.

Sinopse de vocação para o mal

Quando um misterioso pacote é entregue a Robin Ellacott, ela fica horrorizada ao descobrir que contém a perna decepada de uma mulher. Seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, fica menos surpreso, mas não menos alarmado (fonte: editora Rocco). Três suspeitos, trazidos do passado do detetive, passam a ser investigados, levando a narrativa para três histórias dentro de uma e explorando diferentes aspectos de crimes brutais.

Não consegui mais pausar a leitura

Precisei de um mês para concluir a leitura (com várias outras leituras em andamento), o que pra mim é um tempo bem curto para concluir um livro de 496 páginas. A história vai se desenvolvendo e você não apenas quer saber sobre quem enviou a perna – e porquê – mas também qual será o próximo passo do assassino e do detetive. Além disso, a narrativa vai envolvendo outros personagens interligados com os personagens principais e desenvolvendo mais sobre a vida deles também.

Gosto muito do personagem principal, o detetive Cormoran Strike. Robert Galbraith (que por sinal tem um site muito legal) criou uma história de vida para ele cheia de ganchos interessantes e dá vontade de descobrir mais não apenas sobre a parte policial, mas também sobre a vida pessoal dele, com relacionamentos conturbados, tanto amoroso como familiar.

Outra coisa bem legal desse livro em específico é que os capítulos tem trechos de música da banda Blue Öyster Cult, que envolvem toda a narrativa. Gosto muito de uma música deles “(don’t fear) the reaper” que tocou no final da segunda temporada de Orange is the new black e achei bem legal ir conhecendo as outras músicas enquanto lia a história.

Pontos negativos sobre a leitura

SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!!

Eu não lembro de nos outros dois livros dessa série – O chamado do cuco e o bicho-da-seda – o relacionamento da Robin com o Strike estar caminhando tanto pra um romance. Isso foi um ponto que me incomodou muito (opinião completamente pessoal, ok?) porque eu via a Robin como uma personagem muito sensata e profissional e, embora o noivo dela seja um personagem bastante intragável (sempre achei), nunca pensei que funcionaria uma paixão entre ela e o detetive. No máximo, um casinho. E justo nesse livro, tanto ela quanto o Strike tem uns momentos muito patéticos e que não parecem encaixar direito com o que eu já tinha de contexto sobre os dois.

Achei um pouco forçada a possibilidade de um relacionamento entre os dois.

Vocação para o mal tem muitas críticas relacionadas com feminicídio, o que é ótimo! Especialmente considerando-se alguns posicionamentos polêmicos da J.K Rowling. E então surge uma rivalidade feminina um tanto desnecessária, por causa de um homem (surprise surprise), com uma personagem que nem chegou a ser desenvolvida, que apenas é colocada na história como “vilã”, a mulherzinha vaziaquedormiucomfulano e quer destruirorelacionamentodaciclana.

Quem é que tem paciência pra isso em 2020?

Sobre o suspense em si, eu geralmente não sou muito exigente pra que a história tenha todos os pontos muito bem fechados. Ainda assim achei que alguns desfechos (lembre que são três casos dentro de uma história só) foram muito bobos considerando que o plot foi tão bem desenvolvido no começo e no meio.

Minha limonada favorita com limão siciliano e hortelã acompanhando minha leitura no dia das fotos para esse post

Apesar de todas essas considerações negativas, quando eu finalizei o livro fiquei super triste pensando que ainda teria que esperar muito até o próximo livro ser lançado. E fiquei MUITO feliz quando logo depois descobri que na verdade já havia sido lançado e traduzido para o português, e já estou lendo o quarto livro: branco letal (consegui o e-book na amazon por R$13,00).

Links para comprar Vocação para o mal:

Em português: Amazon | Em inglês: Book depository

Esse post contém links de afiliado. Caso você efetue alguma compra seguindo os links, uma pequena porcentagem vai para o blog.

viagem-buenos-aires

Buenos Aires photo diary

Viagem

Meu ano começou com 8 dias em Buenos Aires, sendo surpreendida a cada minuto por uma cidade linda e cheia de cultura. Nesse diário de fotos dá pra ter uma noção da variedade de coisas que eu encontrei por lá. Ainda pretendo fazer outros posts para falar em detalhes das atrações que eu acho que valem a pena visitar, mas por enquanto deixo vocês com esses registros.

Nunca pensei que posaria para foto em um túmulo, mas aqui estou eu haha
Arquitetura magnífica <3
A expressão de perplexidade foi real hahaha
Com André, meu namorado

Desculpem a quantidade de fotos e, acreditem em mim, deu muito trabalho selecionar apenas essas (!)

Não sei se nos próximos posts sobre Buenos Aires eu falo primeiro sobre os museus, sobre a arquitetura ou sobre os pontos turísticos, restaurantes… se tiver interesse em um desses temas já deixa um comentário pra me ajudar a escolher <3

Beijos e até o próximo!

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Estudando desenho gestual

Algumas notas sobre Arte Slide

Março pra mim começou com um tsunami de compromissos. E de repente, com essa pandemia, aqui estou em casa, praticando a recomendação de distanciamento social e aproveitando para estudar desenho gestual – entre outras coisas – para melhorar a qualidade técnica dos meus desenhos.

Já compartilhei um post com alguns canais no youtube para estudar e aprender desenho. No post de hoje resolvi trazer mais algumas dicas e contar um pouco sobre a minha história/experiência com desenho.

desenho-gestual
Desenhando cada pose em apenas alguns segundos

Eu sempre tive muito interesse pelo meio artístico e isso me levou a uma formação em design de interiores, onde eu tive meu primeiro contato REAL com desenho e acabei descobrindo que eu “não era boa” nisso. Na época eu nem tinha aptidão natural para o desenho (algumas pessoas tem) e nem me esforçava muito (a prática faz a perfeição), além de que meu professor de desenho nessa época também não era muito de explicar o que eu devia fazer – ou como eu deveria usar – os 300 diferentes materiais de desenho que ele pediu na lista de materiais.

Eu fiz alguns desenhos à mão nessa época porque fui obrigada, e então arquivei os materiais e segui para a computação gráfica, fazendo maquetes 3D e desenhos em CAD. Até que mudei pra São Paulo (eu morava em Belém – PA) e no meu curso de pós-graduação me deparei novamente com a dificuldade de desenhar. E dessa vez foi pior porque parecia que todo mundo na minha turma dominava o desenho… menos eu. São Paulo era uma maravilha com ofertas de cursos na área artística, além de palestras e workshops e eu comecei a tentar participar de tudo o que eu conseguia. Foi quando iniciei um curso livre de pintura com lápis de cor e comecei a entender outras questões sobre desenho com as quais eu nunca havia me deparado antes.

Quando eu comecei a praticar desenho gestual

Mas só quando eu estava já morando em Brasília (mais ou menos em 2014) foi que comecei a levar a prática do desenho tradicional a sério. Tenho muita dificuldade com auto-controle e geralmente eu mais começo coisas do que termino. Muita dificuldade em continuar MESMO. Mas nessa época eu usei o livro “desenhando com o lado direito do cérebro” para recomeçar a estudar e nunca mais parei definitivamente (tive já alguns períodos de longas pausas na prática e de ter que relembrar como fazer várias coisas) porque logo depois eu entrei no curso de Artes Visuais e aí o que eu não havia conseguido aprender em ANOS eu aprendi em meses.

No curso de Artes Visuais eu aprendi várias coisas nas aulas, mas até agora acho que o meu maior aprendizado mesmo veios dos meus colegas, de livros e de praticar sozinha. Meus colegas no curso tem traços de desenho variados, utilizam materiais variados, alguns não desenham nada (mas fazem outro tipo de produção artística) e em tudo isso eu descobri um mundo de possibilidades. Entrei em contato com desenho digital, colagem, pintura, costura…

desenho-gestual

Falando em desenho gestual…

Agora focando o post em desenho gestual, ou gesture drawing, que é basicamente capturar a essência de um objeto ou pessoa em um desenho. Você pode jogar esse termo no google e pesquisar mais sobre isso, mas em resumo, a prática ajuda a melhorar o traço do desenho, melhorar proporção e ajuda no auto-conhecimento do processo individual de cada um. Em uma disciplina na Universidade chamada desenho 1, um modelo ficava no meio da sala, sem roupa, e fazia várias poses que começavam em 15 segundos e iam aumentando gradativamente, até chegar na última pose de 20 minutos. Essas poses de poucos segundos é que possibilitam esses garranchos que você pode ver nas fotos que ilustram esse post.

Atualmente eu estou usando alguns sites (mais abaixo segue a lista) que possuem bancos de imagens boas para desenho gestual e permitem o uso automático de temporizador para cada foto/pose. Estou tentando praticar quase todos os dias – quando não dá, não dá – mas desde que comecei a estudar desenho gestual a sério eu senti muita melhora nos desenhos mais longos e agora tenho mais facilidade para reproduzir certas poses já de cabeça. Fazer esses desenhos rápidos deixa a minha mão mais leve e a minha percepção mais aguçada.

Listinha dos sites para praticar desenho gestual:

  • https://quickposes.com/en
  • http://senshistock.com/sketch.php
  • https://line-of-action.com/
  • https://figurosity.com/

Coloquei todos os que eu conheço porque você pode testar para descobrir de qual gosta mais. Eu comecei utilizando o quickposes, mas sentia falta de alguns outros recursos nele.

Os desenhos que coloquei nesse post foram os primeiros que fiz esse ano, depois de vários meses sem tocar direito no lápis e a minha ideia é continuar praticando e poder compartilhar a minha evolução em um post futuro.

Eu geralmente uso apenas lápis grafite para fazer os desenhos, mas às vezes testo outros materiais (gosto muito de treinar com pastel seco e canetinha/marcadores)

Dúvidas ou sugestões? Deixa um comentário aqui em baixo! 🙂

Beijos e até o próximo post!

Visitei a exposição paisagens de Van Gogh

Arte

No final de Outubro tive a oportunidade de visitar a exposição “Paisagens de Van Gogh“, instalada no shopping Iguatemi aqui de brasília. Van Gogh foi o primeiro artista que me fez ter interesse por pinturas, lá pelos meus 11 anos, quando ganhei de um tio um quebra-cabeça com uma montagem de 10 obras dele. Já gravei um vídeo resenha sobre a biografia dele (dos autores Steven Naifeh e Gregory White Smith) lá no canal e recomendo muito a leitura dessa biografia para quem se interessa mais profundamente pela história do Van Gogh e de suas pinturas. Aqui nesse post vou deixar algumas fotografias que fiz na exposição e comentar um pouco sobre o que eu achei.

Ah, ainda dá tempo de visitar! A exposição vai até o dia 17 de Novembro.

Em referência a obra Flores de amendoeira, de fevereiro de 1890, óleo sobre tela.

Visitar exposições de artistas famosos é uma experiência muito legal e mesmo que eu esteja com a consciência pesada, enquanto estudante de arte, de não estar visitando exposições de artistas contemporâneos meus, acho incrível que existam exposições mais “chamativas” para o público em geral e com entrada gratuita. O local da exposição é que não é nada acessível por conta da distância e até mesmo do preço dos lanches dentro do shopping (não tem outro lugar por perto, fora do shopping, para comer, por exemplo, e também é difícil chegar lá de transporte público) e isso é um ponto negativo.

Mas vamos falar de coisa boa: vamos falar da imersão nas obras. A instalação estava bem interessante porque você podia passar de um ambiente a outro como se estivesse passeando pelas obras dele. Dentro de cada espaço havia um quadro explicativo da obra (que, vamos ser honestos, ninguém lê), mas também havia recursos audiovisuais, narrações tocando e os mediadores estavam bem dispostos a tirar dúvidas.

Achei legal os detalhes do cenário logo na apresentação da primeira obra da exposição – Campo de trigo com corvos, de Julho de 1890 – com as silhuetas dos corvos da pintura pendurados no teto como se tivessem saído da tela. Mas não gostei de ver as pinceladas em movimento porque eu acho que a obra fala por si.

Meu espaço favorito foi a sala onde você coloca um óculos VR e pode andar e explorar a obra O café noturno na Place Lamartine em Arles, de Setembro de 1888. Eles estabeleceram um tempo muito curto para essa sessão e eu não consegui “andar” muito pelo espaço, mas fui o suficiente para passar pela Cadeira de Vincent com seu cachimbo, de dezembro de 1888, que é uma das obras que eu tenho mais apego e que é uma pintura separada, então foi uma surpresa encontrar ela dentro da proposta de passear pelo Café noturno.

Encontrei o vídeo de imersão no youtube, mas achei que a experiência em si é diferente e mais divertida porque você pode decidir pra onde vai andar ou olhar. Mas fica aí o vídeo para quem não puder visitar.

Ainda tinha uma sala de projeções e outra cheia de espelhos, além da possibilidade de no final poder tirar uma fotografia “pintada” com as mesmas pinceladas pelas quais o Van Gogh ficou tão famoso.

Na sala espelhada da exposição paisagens de Van Gogh

Se puder visitar a exposição “paisagens de Van Gogh” não esquece de deixar um comentário aqui depois me contando o que achou (s enão puder, conta o que achou do post hehe). Beijos e até o próximo!

Registros de um sábado em setembro

Fotografia Travel

Depois de cinco meses incrivelmente corridos, finalmente consegui me organizar para escrever um post novo. O wordpress está diferente, meu espaço em disco aparentemente está menor e eu mesma sinto como se fosse outra pessoa, mas encontrei essas fotografias lindas de uma viagem de fim de semana que fiz no mês passado e acho um crime deixar elas guardadas em uma pasta mofada no meu computador.

fotografia-estrada-pirenopolis
fotografia-estrada-pirenopolis
fotografia-estrada-pirenopolis
fotografia-arvore-isolada-na-estrada
fotografia-estrada-empoeirada

Fiz uma viagem de um dia para Pirenópolis, o famoso bate-e-volta. Dessa vez eu conheci a cachoeira Paraíso, que é bem pequena se comparada com a cachoeira do Abade. No dia que eu fui estava bastante lotada e acabei gostando mais da viagem na estrada do que de estar na cachoeira em si.

Sobre as fotografias, aparentemente o meu estilo fotográfico sempre envolve eu mesma, coisas e paisagens. Ah, e os meus cachorros, obviamente. Eu queria conseguir me interessar mais por fazer fotos de pessoas, mas em todas as vezes que tentei até agora as fotos não ficaram boas.

De qualquer forma, estou mais amiga da minha lente 50mm e continuo feliz – mais de um ano depois – de ter investido meu dinheiro em uma câmera boa.

fotografia-estrada-de-terra
fotografia-pinturas-no-restaurante
placas-de-sinalizacao-na-cachoeira
cachoeira-paraiso-pirenopolis

Antes de voltar a atualizar o blog com frequência eu preciso de fazer uma limpeza nos posts antigos para liberar mais espaço no servidor de hospedagem. Sempre fiz posts com muitas fotografias e muitas delas não tem mais utilidade nenhuma em continuar aqui no blog, especialmente as dos posts desatualizados. Mas preciso organizar o meu tempo para isso (talvez negligenciar alguma série no meu tempo livre?!). Mas gosto tanto desse espaço que vou fazer isso o mais breve possível.

por-do-sol-na-estrada
cavalinho-ao-por-do-sol
cavalinho-ao-por-do-sol
por-do-sol-nublado
por-do-sol-nublado

Beijos e até o próximo!

Amorzinhos de Maio 05DE2019

Diário

Maio pra mim foi um mês desafiador e de muitos questionamentos pessoais. Resolvi que estava na hora de mudar alguns hábitos ruins e investir em coisas mais saudáveis, não somente em relação a alimentação e a exercício físico, mas também a ser mais disciplinada em como eu administro os meus pensamentos. Sempre achei que todas essas coisas eram bobagens, mas ultimamente comecei a mudar de ideia. Em parte porque andei me sentindo constantemente cansada e percebi que meus hábitos não contribuíam para que a minha disposição fosse diferente.

Tive menos tempo do que de costume para aproveitar os meus hobbies, mas investi o máximo que pude da minha energia no meu trabalho e agora estou colhendo alguns frutos bons disso. Nem tanto em dinheiro mas na experiência de superar os meus próprios limites. Ainda assim, fiz coisas divertidas e até fora da minha zona de conforto.

Registrei muita coisa em formato de vlog: https://www.youtube.com/watch?v=wy8TsYah7zI&list=PLxzmU0gdbdkszcPrxtSvU6-at0AasW5xi

Depois de passar o dia inteiro sentada na mesa em frente ao notebook, às vezes eu levo ele pra cama e faço o que preciso de maneira mais relaxada (perdão,coluna).
Passei algum tempo com os meus cachorros passeando no parque
Quero voltar com os vídeos sobre história da arte no Youtube, então estou estudando bastante.

ATUALMENTE

Lendo – Aprendizados -Gisele Bündchen | Frankenstein – Mary Shelley | O demonologista – Andrew Pyper

Assistindo – 1º temp. de Desperate Housewives | Vi o filme “Homem formiga” | Vi o documentário “My true brilliant friend” | Última (péssima) temporada de Game of thrones | Penúltima temporada de Naruto (lol) | 2 temporada de Atlanta | Séries Alto mar e the crown

Ouvindo – King princess | Thank u, next da Ariana Grande | Dedicated da Carly Rae Jepsen | Billie Eilish | Staying at Tamara’s do George Ezra

Fiz – Melhorei a minha alimentação e pratiquei mais yoga.

10 canais no youtube para estudar desenho e pintura

Arte

No post de hoje eu decidi fazer uma lista de canais no youtube para estudar desenho e pintura que tem me ajudado muito a melhorar e me ensinado muito sobre técnicas, estilos e materiais de arte. Eu estou indo para o sétimo semestre do curso de Artes Visuais na UNB e como as matérias do fluxo agora tem o foco na licenciatura e em arte educação eu resolvi levar mais a sério o meu estudo de desenho e pintura por conta própria. Acho legal fazer cursos presenciais, conhecer pessoas que podem treinar junto, dar dicas e etc, mas a gente nem sempre tem dinheiro para investir nisso e tempo para se deslocar, não é?

Ainda vou fazer outros posts com indicações das minhas fontes de estudo em outras plataformas como blogs, instagram, sites de cursos e etc. Inclusive, aceito sugestões na área de comentários no final desse post, beleza? ; )

LEIA TAMBÉM: Arte abstrata de Belinda Marshall | Xilogravura

  • Fran Meneses: é um canal focado em arte, mas tem um estilo de vlog. Acho as ilustrações dela muito fofas e ela costuma usar bastante marcadores, que é um dos meus materiais de desenho preferidos, então eu acompanho para aprender técnicas novas e me inspirar.

  • HulloAlice: esse eu descobri há alguns dias e fui assistindo um vídeo atrás do outro. Ela publica vídeos novos aos sábados e os tópicos são muito legais e informativos.

  • Mariana Cagnin: esse eu já indiquei em um vídeo meu lá no youtube, é um canal brasileiro, em português, bem tranquilo de entender tudinho hehe. A Mariana tem um estilo de arte lindo e além de postar vídeos desenhando, ela compara materiais e tem muitas dicas legais de aquarela.

  • Pypah’s Art: Canal com muuuuuitos vídeos e muitos assuntos legais relacionados com desenho, pintura, bullet journal e ilustrações em geral. Sempre que você estiver assistindo um canal que gosta, vale muito a pena prestar atenção nos canais relacionados e nos vídeos relacionados, eu sempre descubro novos canais que acabo me apaixonando desse jeito.

  • Proko: esse foi indicação da Mariana Cagnin (mencionei acima) e eu estou acompanhando especificamente uma playlist de desenho anatômico. Os vídeos são incrivelmente bem produzidos e muito didáticos. Tem uma versão mais completa que é paga, mas por enquanto a versão grátis no youtube está sendo perfeita para começar a praticar.

    • TILLITH: Vários vídeos com processos (assistir pessoas desenhando é ótimo para descobrir novas técnicas, às vezes técnicas muito simples que ninguém faz um vídeo específico falando mas que eu queria muito aprender).

    • Rodrigo Falco: canal brasileiro com vídeos em português. Acho que esse canal eu descobri por causa de um vídeo sobre aquarela que era relacionado com um vídeo do meu canal. É uma boa fonte de conteúdo, sempre vejo os vídeos.

    • Mateandro: esse eu descobri há algumas semanas, procurando tutoriais para usar o Autodesk Sketchbook (software/aplicativo GRÁTIS para desenho digital). Ele explica direitinho como é o processo dele no digital, mostra os pincéis que usa, os layers…achei excelente.

    • Unmask art: maravilhoso. Sempre tem vídeos novos e foi uma das melhores fontes que eu encontrei sobre pastel seco.

    • PearFleur: esse canal é valiosísimo e eu amo o estilo de arte. Nem sei como descrever exatamente porque eu gosto de tudo nele.

Como são canais no youtube para estudar desenho, eles tem um formato parecido, mas cada um tem maneiras muito específicas de apresentar cada tópico e de desenvolver a própria arte. Os canais que eu citei nessa lista tem um foco mais em técnicas secas, digital e aquarelas, que é mais o que eu estou estudando no momento. Pintura com óleo e tintas acrílicas ficaram um pouco de fora dessa vez.

Espero que tenha sido útil 🙂

Até o próximo post!

livro-retalhos

Livro retalhos: resenha

Livros Slide

O livro Retalhos – título original Blankets – do autor Craig Thompson, foi publicado pela primeira vez em 2003 e trata-se de um romance gráfico (gênero mais conhecido pelo termo inglês graphic novel) autobiográfico onde o autor descreve sua infância com uma criação cristã rigorosa, seu primeiro relacionamento amoroso e suas percepções enquanto adulto em formação. O autor soube utilizar muito bem a mistura entre desenhos e palavras, criando uma história forte e delicada, com cenas muito tocantes revestidas de uma sutileza profissional.

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A história se divide em várias partes e segue uma estrutura que ora descreve o momento presente ora descreve o passado, criando contexto para as ações e pensamentos do personagem narrador. Certas partes da história só são possíveis de compreensão se os desenhos forem observados atentamente e isso é incrível para as descrições de momentos mais graves, porque através do desenho ele consegue contar o que aconteceu dando a devida importância ao mesmo tempo em que ameniza o impacto que as palavras teriam.

O livro Retalhos possui 592 páginas, mas a leitura é bem dinâmica (terminei em cerca de uma semana sem precisar fazer uma leitura corrida). O relacionamento entre irmãos é um dos temas na história que merece bastante atenção. Culpa, carinho, julgamento e confiança, entre outros sentimentos, são explorados de maneira muito bonita e melancólica (lembrei de várias situações da minha infância). A questão religiosa também tem em um peso enorme sobre tudo o que vai acontecendo na vida dele, as escolhas que ele faz e como ele reage com relação aos seus impulsos naturais.

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O autor Craig Thompson é americano e nasceu no ano de 1975 em Traverse, Michigan. Trabalhou como designer em uma editora e publicou sua primeira graphic novel “Good-bye, Chunky Rice” em 1999, mas foi o livro Retalhos que lhe trouxe a fama acompanhada de vários prêmios de literatura. Ele também é autor de Habibi, outra graphic novel que estou com muita vontade de ler, baseada na cultura islâmica.

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Eu definitivamente indico a leitura. Fiquei bem feliz de saber que ele está escrevendo a parte II (dá pra companhar o processo dele pelo instagram ó https://www.instagram.com/spacedumplins/ ).

Você encontra esse livro para compra na Amazon: Comprar livro retalhos na Amazon 

(esse é meu link de afiliada, o preço permanece o mesmo pra você mas eu ganho uma % da compra. Lembrando que todas as opiniões desse post são honestas e escritas por mim a partir da minha própria opinião)

Para quem se interessou pela leitura, vale a pena ler também: Resenha: Maus

 

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Droplets

Fotografia

Novembro chegou pra mim em um estilo bem férias de verão de filme da sessão da tarde, mesmo com as chuvas diárias e o clima um pouco mais frio. Eu tive que cumprir muitas responsabilidades nas últimas semanas e estava preocupada com muitas coisas mas gradativamente consegui ir finalizando tudo e quase sem perceber cheguei nesse ponto onde há muito tempo eu não ficava livre de tanta ansiedade. É espetacular essa sensação de não precisar estar correndo e de poder me dedicar pra coisas que eu fiquei adiando todo esse tempo porque não eram exatamente ~prioridades~.

Então eu separei nada mais que 70 cursos no skillshare (!), livros, séries, filmes da minha lista da Netflix…e algum tempo para alguma atividade física (porque eu não acho que os três andares de escada que eu subo e desço todos os dias são suficientes lol). Não é que eu realmente vou ter tempo ou disposição pra aproveitar todas as minhas opções, mas eu preciso sentir que tenho variedades de coisas pra escolher.

Comecei fazendo um curso de fotografia básica para câmeras DSLR. Eu já havia feito uma matéria obrigatória de fotografia no curso de artes visuais, mas nesse momento eu nem tinha uma câmera e, embora eu tenha entendido os conceitos todos na teoria, quando eu finalmente consegui comprar uma câmera em Junho desse ano, eu descobri que sabia pouco ou quase nada na prática. Desde então eu já estava lendo, vendo vídeos no YouTube e procurando me adaptar com a câmera nova, mas tudo com muita dificuldade e agora, depois desse curso que me ocupou apenas algumas horas da tarde já contando com os exercícios práticos, eu sinto que eu sei alguma coisa.

Sempre gostei muito de fotografia mas é um Hobbie caro e eu tive um acesso bem tardio. Então entender a teoria agora e conseguir fotografar sabendo o que eu estou fazendo, eu considero uma enorme conquista pessoal. Ainda vou demorar um pouco para conseguir trocar a lente do kit, mas descobri que existe todo um mercado de aluguel de lentes, então possivelmente eu vou conseguir experimentar uma lentes melhores em breve, espero.

As fotos desse post são todas minhas e se não estiverem tão boas em qualidade eu vou culpar a minha preguiça porque editei tudo usando o app VSCO e estou escrevendo esse post em um iPad (no computador as fotografias sempre têm outra aparência). Mas eu não me importo tanto porque acho que é preciso estar sempre aberta para novas experimentações e perfeccionismo costuma me atrapalhar mais do que me ajuda.

Recentemente eu descobri um canal no YouTube, da Sorelle Amore, que me proporcionou uma injeção de segurança com relação a fazer auto-retrato. Por mais narcisista que isso seja eu preciso admitir que meu assunto preferido pra fotografia sempre foi eu mesma. Mas eu comecei a sentir um pouco e vergonha de postar ou mostrar as minhas fotos por mais bonitas e legais que eu achasse que elas tinham ficado, por não querer ser julgada. E depois de conhecer o trabalho magnífico da Sorelle eu comecei a perceber que não tem absolutamente nada de errado com o assunto das minhas fotografias. Eu sentia vergonha pelo fato de ser eu mesma me fotografando, soa como uma coisa solitária, não sei explicar. Mas aqui estamos com mais um obstáculo invisível e completamente desnecessário sendo ultrapassado.

A verdade é que a minha energia criativa voltou com tudo depois do #inktober e se tudo der certo, meus infinitos projetos, não só de entretenimento e estudo, vão sair do campo imaginário. Enquanto isso, vou registrando tudo por aqui, com infinitas fotografias (me aguentem! Lol).

Beijos e até mais 🙂