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Meu quarto ganhou uma cabeceira!

Algumas notas sobre Quartos Slide

Meu quarto ganhou uma cabeceira! Depois de alguns anos testando várias cabeceiras nas colagens de decoração do opinião da designer, aproveitei que estava reorganizando toda a decoração do meu apartamento e finalmente resolvi comprar uma.

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Antes | 2018
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Depois | 2021

Leia também: Decor no filme para todos os garotos que já amei | Quarto dividido entre irmãs

A escolha da cabeceira

Eu tinha certeza que queria uma cabeceira estofada. Eu pensei em fazer uma em estilo do it yourself, com estrutura de MDF, espuma e tecido linho revestindo tudo, mas estava sem tempo. De qualquer forma, depois de pesquisar bastante e entender exatamente o que eu queria, achei que financeiramente compensaria mais comprar uma cabeceira pronta.

Existem vários modelos disponíveis com diversos tamanhos, materiais e cores. E preços também! Eu usei como inspiração uma foto do quarto da Kendall Jenner, que é um modelo bem simples, na verdade. Para a decoração do meu quarto, escolhi um tom mais escuro pela praticidade (demora mais a sujar, ou a parecer sujo hehe).

Eu queria também uma cabeceira mais alta, porém eram mais caras. Deste modo, eu escolhi um modelo fixado na parede e fiz a instalação na altura que eu queria.

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Usei essa fotografia do quarto da Kendall Jenner como referência para escolher a cabeceira do meu quarto. Fonte: Architectural digest.

Visualmente, o quarto ficou com uma aparência muito mais completa. Ainda comprei capas novas para as almofadas para deixar a cama um pouco mais colorida, além das luminárias que eu já havia mostrado no post ano novo, casa nova. E é uma delícia não ter mais que ficar encostando a cabeça na parede dura! Definitivamente não é um item essencial, entretanto faz diferença tanto esteticamente quanto no conforto.

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Dinha e Perry aprovaram o novo estilo do quarto :p
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A cabeceira veio acompanhada de um kit de instalação, com gancho e parafusos.
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Foi necessário furar a parede com uma furadeira.

Em breve mais posts com ideias de decoração de interiores. Beijos e até o próximo!

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Ano novo casa nova

Algumas notas sobre Compras Slide

Alguns meses se passaram desde a minha última atualização aqui no blog e eu gostaria de poder escrever de uma só vez sobre todas coisas que eu vi/descobri/fiz, mas resolvi dividir os assuntos em partes e compartilhar por aqui aos poucos (pelo menos assim eu posso garantir que vou ter muito conteúdo interessante pra postar com constância pelas próximas semanas :D). E vamos de decoração!

Aproveitei a empolgação com o cenário novo para fazer algumas fotos

2021 chegou de supetão na minha vida porque eu passei praticamente todo o feriado de ano novo trabalhando. Acho que eu comecei o ano de verdade mais ou menos no dia 5 de Janeiro e só então pude aproveitar algum tempo para me organizar, pensar na vida e descansar. Com esse tempo livre, andando pela casa atoa – porque afinal, ainda estamos passando por uma pandemia – fui mordida pelo bichinho da reforma e fiquei com vontade de mudar absolutamente tudo no meu apartamento. Já que vamos passar sabe-se lá quanto tempo a mais ficando em casa o máximo possível, que seja em um espaço aconchegante.

You haven’t met

the new me yet.

Happiness – Taylor Swift

Por ser um imóvel alugado, eu resolvi focar só em alterações de decoração, evitando qualquer mudança mais fixa no imóvel (até pintura de parede). Não pretendo mudar de apartamento tão cedo, mas se eu precisar, prefiro saber que vou levar todo o investimento financeiro da decoração comigo. Então, por enquanto pelo menos, só compra de móveis, tapeçaria e acessórios removíveis.

O ponto de partida da decoração

Portanto, comecei fazendo um inventário de todas as coisas que eu já tenho, selecionando as que eu posso modificar – provavelmente com um do it yourself -, as coisas que eu quero manter e as que eu quero/posso me desfazer. Gastei um bom tempo pesquisando referências, tentando ser bem pé no chão com relação a praticidade, porque nem tudo o que eu quero faz sentido para o estilo de vida que temos aqui em casa, especialmente com dois cachorros.

Nada está exatamente definido ainda e eu não fiz um projeto de interiores, mas depois do inventário e de pesquisar as referências eu já sabia mais ou menos o que eu queria, então já fui comprando alguns itens, e com eles já pude organizar um pouco melhor as minhas ideias e até criei uma colagem pra visualizar o que eu tenho em mente:

Eu passei algum tempo sem estar muito atualizada com o mercado de design de interiores e as opções mudaram e melhoraram MUITO! Há alguns anos a maioria das estampas e materiais mais legais nem estavam disponíveis aqui no Brasil – não por um preço razoável pelo menos – e durante esse mês eu descobri muitas lojas novas, materiais novos com várias faixas de preço… sem falar nas opções artesanais <3.

Iluminação pontual é uma das coisas que eu mais amo (meu abajur aceso no fundo da foto)
Como eu disse, tudo removível, inclusive a franja :p

Ansiosa para escrever os próximos posts dessa série (já posso chamar de série?) de redecoração. Me conta nos comentários se estiver pesquisando algo específico nesse assunto que talvez eu possa ajudar! E se tiver dicas das suas lojas favoritas de decoração, também deixa a sugestão que eu vou adorar colocar na minha nova lista!

Beijos e até o próximo! T

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Aplicativo para focar nos estudos

Entretenimento Slide

No final do mês passado descobri um aplicativo para focar nos estudos, o Study bunny, enquanto procurava por uma ferramenta de pomodoro mais completa do que a que eu já usava.

Normalmente eu gosto de aplicativos bonitos, mas minimalistas. Não gosto de perder tempo tendo que aprender mil funções de um aplicativo que supostamente deveria facilitar a minha vida. Mas depois de tantos dias sem contato social e com tanto tempo “livre”, eu comecei a procurar por apps mais fofinhos, que me proporcionassem um pouco mais de diversão e me inspirassem.

Baixei o study bunny e outro aplicativo de pomodoro mais completo (que salve os registros dos meus pomodoros e me permita definir várias tarefas diferentes) para testar e ver de qual eu gostava mais. Acabei me apaixonando pelos dois! E decidi manter o aplicativo study bunny apenas para focar nos estudos e o Focus To-Do (vou falar sobre ele em outro post) para trabalho e outras tarefas que exijam concentração e controle de tempo.

LEIA TAMBÉM: Apps para produtividade | 10 canais para estudar desenho e pintura

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Por que eu utilizo o método pomodoro

Para quem não conhece, pomodoro é um método de gerenciamento de tempo, onde cada sessão – tradicionalmente de 25 minutos cada – se divide em pequenos intervalos de tempo.

Eu me habituei a utilizar essa técnica porque tenho muita dificuldade de foco e me distraio muito fácil com as tarefas, pulando de uma tarefa para outra sem nem mesmo ter completado a anterior. Ou então concentro tanto em alguma coisa que esqueço de coisas básicas, como comer (!) ou beber água. Também estava sentindo muitas dores no ombro no final do dia, após passar longos períodos sentada em frente ao computador, com uma postura péssima.

Usar o método pomodoro me obriga a levantar a cada intervalo, a esquecer o celular em momentos que preciso de concentração, a finalizar mais tarefas e agora tenho o registro de quantos pomodoros precisei para cumprir x ou y tarefas.

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Nomeei o meu coelho de Timóteo e a brincadeira ficou mais pessoal (não quero que o meu coelho esteja triste no final do dia, até uma lágrima escorre dos olhos dele…)

Fofinho porém prático para focar nos estudos

O diferencial do study bunny, na minha opinião, é a necessidade de manter o seu coelho feliz (quem aí lembra dos tamagotchi?), alimentando-o com horas de estudo. Achei que eu não iria ter paciência de brincar com o coelho, mas bastou dar um nome pra ele, que eu comecei a investir mais tempo em cumprir as minhas horas de estudo diárias.

Gosto de ter a opção de comprar coisinhas pro coelho com as moedas coletadas a cada sessão de estudo. Repara só na máscara que o Timóteo está usando! *-*

Em termos de praticidade, tudo é muito fácil de aprender a utilizar. É possível configurar tanto as horas totais do termômetro de tempo, quanto as horas de cada sessão de estudo e os intervalos. Amei que posso criar tags de cor para cada tópico diferente de estudo e esses tópicos aparecem em um relatório bem organizado.

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Tags coloridas para contabilizar diferentes tópicos de estudo
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Relatório organizando incluindo as tags personalizadas
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A pior função no aplicativo study bunny

A função que menos gostei nesse aplicativo e que faz um pouco de falta, é a de criação de listas. É possível criar listas, mas não dá pra separar por tópico, nem adicionar sublistas. E depois que você dá o prazeroso “check” em um tópico da lista, a tarefa não some. Essa área poderia ser mais explorada.

Eu uso a versão grátis desse app e ela supre bem as minhas principais necessidades, superando as expectativas. Mas a função de listas continuo usando no meu planner de papel e em outros aplicativos.

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Não gostei muito da função de listas porque ela é extremamente simples, mas ela existe

E os flashcards? Tem! E esse dá para separar por tópicos que você mesmo pode criar, além de poder “jogar” com os flashcards criados. Isso ajuda muito a memorizar.

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O aplicativo ainda tem flashcards que podem funcionar como um jogo de memorização
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As coisas da lojinha você compra com moedas acumuladas a cada sessão de estudo
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Download

App Store | Play Store

Se você já usa algum outro aplicativo legal para focar nos estudos, não esquece de deixar um comentário para compartilhar comigo!

Beijos e até o próximo post! T

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Detalhes da decoração do home-office

Fotografia Slide

Enquanto eu escrevia o post que programei para publicar hoje, entre um pomodoro e outro, senti uma vontade enorme de fotografar detalhes da decoração do meu home-office / ateliê, então resolvi trocar o tema de hoje para esses registros das coisas que mais tem me inspirado aqui em casa.

Pela primeira vez eu consegui montar uma decoração apenas com as coisas que eu já tenho e ficar realmente satisfeita em estar nesse ambiente todos os dias. Desentoquei livros do armário, presentes de aniversário que eu amo, cd’s antigos e misturei com as minhas ferramentas de trabalho atuais: tintas, ferragens, telas, papel e etc.

Eu coleciono os personagens de Peanuts e gosto que eles façam parte da decoração
Essa não é a melhor maneira de guardar os pincéis, mas eu gosto que eles fiquem bem fáceis de pegar sempre que eu preciso e ainda não tenho um estojo adequado
Para decorar aqui, utilizei uma gravura e sua respectiva matriz feita em acrílico por mim em 2017

Cada coisa no seu lugar

Eventualmente eu vou acabar mudando tudo de lugar porque enjoo da decoração com muita facilidade, mas por enquanto estou amando poder olhar para todas essas coisas e ter tudo no seu devido lugar, com algumas das minhas ferramentas ao alcance das minhas mãos sempre que preciso.

O próximo post (que eu pretendia publicar hoje) tem várias ideias e dicas de organização e decoração que me ajudaram a produzir tanto o meu home-office quanto a minha cômoda e mesinha lateral do quarto de dormir (já postei alguns stories lá no meu instagram). Resolvi criar uma série de posts com essas dicas e ele será o primeiro dessa série. Enquanto isso, espero que essas fotografias possam servir de inspiração.

Os livros que eu já li ou que não consulto com frequência deixei por baixo
Minhas revistas favoritas de design <3

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Estudando desenho gestual

Algumas notas sobre Arte Slide

Março pra mim começou com um tsunami de compromissos. E de repente, com essa pandemia, aqui estou em casa, praticando a recomendação de distanciamento social e aproveitando para estudar desenho gestual – entre outras coisas – para melhorar a qualidade técnica dos meus desenhos.

Já compartilhei um post com alguns canais no youtube para estudar e aprender desenho. No post de hoje resolvi trazer mais algumas dicas e contar um pouco sobre a minha história/experiência com desenho.

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Desenhando cada pose em apenas alguns segundos

Eu sempre tive muito interesse pelo meio artístico e isso me levou a uma formação em design de interiores, onde eu tive meu primeiro contato REAL com desenho e acabei descobrindo que eu “não era boa” nisso. Na época eu nem tinha aptidão natural para o desenho (algumas pessoas tem) e nem me esforçava muito (a prática faz a perfeição), além de que meu professor de desenho nessa época também não era muito de explicar o que eu devia fazer – ou como eu deveria usar – os 300 diferentes materiais de desenho que ele pediu na lista de materiais.

Eu fiz alguns desenhos à mão nessa época porque fui obrigada, e então arquivei os materiais e segui para a computação gráfica, fazendo maquetes 3D e desenhos em CAD. Até que mudei pra São Paulo (eu morava em Belém – PA) e no meu curso de pós-graduação me deparei novamente com a dificuldade de desenhar. E dessa vez foi pior porque parecia que todo mundo na minha turma dominava o desenho… menos eu. São Paulo era uma maravilha com ofertas de cursos na área artística, além de palestras e workshops e eu comecei a tentar participar de tudo o que eu conseguia. Foi quando iniciei um curso livre de pintura com lápis de cor e comecei a entender outras questões sobre desenho com as quais eu nunca havia me deparado antes.

Quando eu comecei a praticar desenho gestual

Mas só quando eu estava já morando em Brasília (mais ou menos em 2014) foi que comecei a levar a prática do desenho tradicional a sério. Tenho muita dificuldade com auto-controle e geralmente eu mais começo coisas do que termino. Muita dificuldade em continuar MESMO. Mas nessa época eu usei o livro “desenhando com o lado direito do cérebro” para recomeçar a estudar e nunca mais parei definitivamente (tive já alguns períodos de longas pausas na prática e de ter que relembrar como fazer várias coisas) porque logo depois eu entrei no curso de Artes Visuais e aí o que eu não havia conseguido aprender em ANOS eu aprendi em meses.

No curso de Artes Visuais eu aprendi várias coisas nas aulas, mas até agora acho que o meu maior aprendizado mesmo veios dos meus colegas, de livros e de praticar sozinha. Meus colegas no curso tem traços de desenho variados, utilizam materiais variados, alguns não desenham nada (mas fazem outro tipo de produção artística) e em tudo isso eu descobri um mundo de possibilidades. Entrei em contato com desenho digital, colagem, pintura, costura…

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Falando em desenho gestual…

Agora focando o post em desenho gestual, ou gesture drawing, que é basicamente capturar a essência de um objeto ou pessoa em um desenho. Você pode jogar esse termo no google e pesquisar mais sobre isso, mas em resumo, a prática ajuda a melhorar o traço do desenho, melhorar proporção e ajuda no auto-conhecimento do processo individual de cada um. Em uma disciplina na Universidade chamada desenho 1, um modelo ficava no meio da sala, sem roupa, e fazia várias poses que começavam em 15 segundos e iam aumentando gradativamente, até chegar na última pose de 20 minutos. Essas poses de poucos segundos é que possibilitam esses garranchos que você pode ver nas fotos que ilustram esse post.

Atualmente eu estou usando alguns sites (mais abaixo segue a lista) que possuem bancos de imagens boas para desenho gestual e permitem o uso automático de temporizador para cada foto/pose. Estou tentando praticar quase todos os dias – quando não dá, não dá – mas desde que comecei a estudar desenho gestual a sério eu senti muita melhora nos desenhos mais longos e agora tenho mais facilidade para reproduzir certas poses já de cabeça. Fazer esses desenhos rápidos deixa a minha mão mais leve e a minha percepção mais aguçada.

Listinha dos sites para praticar desenho gestual:

  • https://quickposes.com/en
  • http://senshistock.com/sketch.php
  • https://line-of-action.com/
  • https://figurosity.com/

Coloquei todos os que eu conheço porque você pode testar para descobrir de qual gosta mais. Eu comecei utilizando o quickposes, mas sentia falta de alguns outros recursos nele.

Os desenhos que coloquei nesse post foram os primeiros que fiz esse ano, depois de vários meses sem tocar direito no lápis e a minha ideia é continuar praticando e poder compartilhar a minha evolução em um post futuro.

Eu geralmente uso apenas lápis grafite para fazer os desenhos, mas às vezes testo outros materiais (gosto muito de treinar com pastel seco e canetinha/marcadores)

Dúvidas ou sugestões? Deixa um comentário aqui em baixo! 🙂

Beijos e até o próximo post!

Minhas criações polyvore voltaram!

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Se você caiu de paraquedas aqui nesse post, nem deve imaginar que eu publico esses sets ou colagens com inspiração de design de interiores, desde o início desse blog em 2012. Eu descobri que gostava de fazer isso e passei a usar como ferramenta em todos os meus projetos de design de interiores em um site chamado polyvore, que deixou de existir há alguns meses </3. Fiquei bem triste quando descontinuaram o site porque eu não conheço nenhuma plataforma parecida e lá eu conseguia fazer essas colagens, experimentando mobiliário, cores e texturas com muita facilidade. E desde que ele foi descontinuado eu simplesmente parei de produzir esses “testes”. Até agora.

Há algumas semanas eu tive a ideia de montar uma pasta no pinterest que pudesse substituir a minha antiga biblioteca no polyvore. Só pra te situar, lá no polyvore tinha uma área chamada biblioteca, que ficava à direita da área de criação, onde era possível ver, pesquisar e até incluir novas imagens, tudo separado por categorias. E as imagens em sua maioria tinham links do local original onde elas foram encontradas, então era super fácil indicar as lojas para referência de quem quisesse comprar. Mas acabou, e a ideia de salvar uma pasta de fotos direto no computador com os itens que eu poderia usar não me pareceu muito legal porque eu ia esquecer facilmente a origem das coisas. Então resolvi fazer isso usando o pinterest (aproveita e me segue lá! hehe). Continua não sendo tão prático quando era com o polyvore, mas hoje eu finalmente criei uma colagem com esse método e não só deu certo como eu percebi que, apesar do trabalho, as minhas possibilidades criativas ficaram muito maiores! 🙂

LEIA TAMBÉM: decoração de quarto com tons nude | Utilizando móveis antigos na composição do decor
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Sobre a colagem sem polyvore

Acredito que isso tudo faz parte de um processo. Quando eu comecei fazendo isso eu não sabia mexer no photoshop e nem sequer tinha acesso ao software. Não fosse o polyvore, eu provavelmente nunca teria descoberto essa maneira de encontrar soluções para projetos. Então estou contente de ter habilidade com uma nova ferramenta e poder dar continuidade a algo que eu gosto tanto de fazer.

Agora eu sei que essas colagens não são exclusividade minha, já vi outros profissionais fazendo coisas parecidas, mas na época que eu comecei, fui descobrindo tudo à minha própria maneira e aprendendo a fazer do meu próprio jeito, o que tornou esses sets uma criação original minha. O legal de voltar a criar essas colagens agora é que além do photoshop eu aprendi e melhorei em vários outros aspectos que vão me ajudar melhor a fazer isso, então imagine só a minha empolgação para os próximos posts!

Sobre o conceito da colagem

Comecei a criação a partir do conjunto de almofadas azuis, seguindo para a mesinha lateral com esse design espetacular. Amo a junção de coisas parecidas, mas que diferem em cor, tamanho ou material, que é o caso dessas mesinhas. E pelo que eu entendi, elas podem ser separadas uma da outra, aumentando o número de combinações possíveis na decoração! A mesa é um projeto do designer Bruno Faucz. Usei uma chaise para ilustrar uma cama de solteiro (ou poderia ser uma sala, né?) porque em quase todas as colagens antigas eu usava uma cama de casal meio padrão e quis fazer algo diferente. E o resto são detalhes. Aproveitei que estava no photoshop e desenhei o piso com um brush e como complementos eu acrescentei duas artes lindas que descobri no pinterest e coloquei um vaso de planta bem grande atrás da mesa, criando uma espécie de background e um rinoceronte da Oppa design de enfeite porque eu amo esse animal com todas as minhas forças (e você sabia que eles estão entrando em extinção por causa da caça ilegal dos chifres?).

E, por fim, no final desse post deixei a paleta de cores que eu utilizei pro caso de você ter gostado e querer usar de referência. Não esquece de deixar um comentário contando o que você mais gostou!

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Arte, da esquerda para a direita, respectivamente: (?) não encontrei a fonte original | Tommy Parker – Brothers and sisters

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Beijos e até o próximo!

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Livro retalhos: resenha

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O livro Retalhos – título original Blankets – do autor Craig Thompson, foi publicado pela primeira vez em 2003 e trata-se de um romance gráfico (gênero mais conhecido pelo termo inglês graphic novel) autobiográfico onde o autor descreve sua infância com uma criação cristã rigorosa, seu primeiro relacionamento amoroso e suas percepções enquanto adulto em formação. O autor soube utilizar muito bem a mistura entre desenhos e palavras, criando uma história forte e delicada, com cenas muito tocantes revestidas de uma sutileza profissional.

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A história se divide em várias partes e segue uma estrutura que ora descreve o momento presente ora descreve o passado, criando contexto para as ações e pensamentos do personagem narrador. Certas partes da história só são possíveis de compreensão se os desenhos forem observados atentamente e isso é incrível para as descrições de momentos mais graves, porque através do desenho ele consegue contar o que aconteceu dando a devida importância ao mesmo tempo em que ameniza o impacto que as palavras teriam.

O livro Retalhos possui 592 páginas, mas a leitura é bem dinâmica (terminei em cerca de uma semana sem precisar fazer uma leitura corrida). O relacionamento entre irmãos é um dos temas na história que merece bastante atenção. Culpa, carinho, julgamento e confiança, entre outros sentimentos, são explorados de maneira muito bonita e melancólica (lembrei de várias situações da minha infância). A questão religiosa também tem em um peso enorme sobre tudo o que vai acontecendo na vida dele, as escolhas que ele faz e como ele reage com relação aos seus impulsos naturais.

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O autor Craig Thompson é americano e nasceu no ano de 1975 em Traverse, Michigan. Trabalhou como designer em uma editora e publicou sua primeira graphic novel “Good-bye, Chunky Rice” em 1999, mas foi o livro Retalhos que lhe trouxe a fama acompanhada de vários prêmios de literatura. Ele também é autor de Habibi, outra graphic novel que estou com muita vontade de ler, baseada na cultura islâmica.

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Eu definitivamente indico a leitura. Fiquei bem feliz de saber que ele está escrevendo a parte II (dá pra companhar o processo dele pelo instagram ó https://www.instagram.com/spacedumplins/ ).

Você encontra esse livro para compra na Amazon: Comprar livro retalhos na Amazon 

(esse é meu link de afiliada, o preço permanece o mesmo pra você mas eu ganho uma % da compra. Lembrando que todas as opiniões desse post são honestas e escritas por mim a partir da minha própria opinião)

Para quem se interessou pela leitura, vale a pena ler também: Resenha: Maus

 

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O quarto da Rory Gilmore

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Eu procrastinei esse post sobre o quarto da Rory desde Julho do ano passado (quando eu comecei a assistir a série Gilmore Girls) mas finalmente estou incluindo ele na lista de quartos de séries comentados aqui no opinião da designer 🙂

Rory Gilmore (Alexis Bedel) é filha única de Lorelai Gilmore, com quem tem um relacionamento incrível que vai além de mãe e filha. Rory é uma leitora dedicada (aqui um vídeo com a lista de livros citados na série) e uma menina muito inteligente que sonha em ir para Harvard. Ela também adora trocar cds e referências musicais com a Lane, sua melhor amiga, e tem o hábito de assistir várias vezes ao mesmo filme junto com a mãe.

O que eu adorei nessa série foi a evolução dos personagens, especialmente em se tratando da Rory e da Lane (que cá entre nós é uma das minhas personagens preferidas) mas o quarto mudou pouquíssimo no decorrer da história.

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O quarto da Rory é bem espaçoso, mas o layout é praticamente estático. Em nenhuma das temporadas a cama mudou de lugar, por exemplo. Ela tem liberdade de colar pôsteres na parede e mantém um mural muito charmoso com atlas de vários estilos, panfletos da Universidade que é o sonho dela e recortes de filmes e outras coisas que fazem parte dos seus hobbies. Os móveis dela são simples e tem aquelas características de móveis mais antigos  e o charme do quarto está mesmo nos objetos de enfeite e no mural.

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Nessa cena é possível ver a coleção de CDs e a área da penteadeira. Acho importante mencionar que para a maioria das coisas nesse cenário é atribuído um significado emocional (na foto acima ela vai colocar uma caixa de maizena como enfeite na penteadeira!). Eu tenho pouquísimas críticas com relação a decoração porque acho que combina muito com a personalidade da personagem e é um cenário muito fiel ao que seria o quarto de uma adolescente de classe média dos anos 2000. Entretanto, eu penso que conforme o crescimento dela algumas coisas poderiam ter sido modificadas de forma mais evidente.

Mas séria muito prático se no quarto de Rory Gilmore tivesse uma estante de livros de verdade. Ela guarda os livros dentro das gavetas e embaixo da cama – o que não é nada simples de limpar e de organizar – e eles ficam um tanto escondidos, mas ficariam lindos à mostra. Aliás, esse é o tipo de detalhe que dá um toque especial para a decoração, sem exatamente ser algo decorativo.

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O que vocês acham do quarto dela?

Beijos e até mais!