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Arraial do Cabo: memórias em 2021

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Viajar para Arraial do Cabo ainda durante a pandemia, foi uma decisão discutida exaustivamente aqui em casa. Depois de 10 meses isolados e esperançosos com o início da vacinação, nós cedemos ao desespero de estarmos há tanto tempo trancados. Escolhemos viajar no início de Fevereiro, na semana entre a alta temporada de Janeiro e o Carnaval, para não pegarmos as praias tão cheias.

Murais do Artista brasileiro Eduardo Kobra, fotos tiradas entre o aeroporto e a rodoviária
Não vejo a hora de poder passar alguns dias no Rio de Janeiro.
No VLT que pegamos para ir do aeroporto até a rodoviária do Rio de Janeiro. Ir do aeroporto até a rodoviária (ou até outros lugares) é bem tranquilo por causa do VLT.

Chegando em Arraial do Cabo

Fomos de avião até o Rio de Janeiro e depois passamos mais três horas dentro de um ônibus com destino a Arraial do Cabo. Bem cansativo! Saindo de Brasília, acho que compensa muito mais ir de carro, como fizemos em 2018. O tempo de viagem é um pouquinho maior, porém o custo financeiro é até menor considerando que as passagens para o Rio não estavam nada baratas. Mais importante ainda é ressaltar que os aeroportos foram uma falha total com relação a segurança por conta da COVID-19. Protocolos de segurança é a maior mentira que eu já ouvi.

Mas tá, lá estávamos André e eu chegando na pequena cidade de Arraial do Cabo às 22 horas de uma quinta-feira, bem no dia de um jogo do Flamengo, o que garantiu nossa passagem por uma rua LOTADA de pessoas em frente a um bar, vendo o jogo. Todo mundo sem máscara, a maior zona. Felizmente as praias não estavam assim, provavelmente porque estava chovendo muito todos os dias, então demos um pouco de sorte nesse sentido.

Postei outras fotos no meu instagram!

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Ficamos hospedados perto da Praia Grande e foi lá que passamos a maior parte do tempo.
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Dias de Praia Grande

O único passeio turístico que fizemos foi mergulho e não foi uma experiência muito legal. Como já havíamos feito o passeio de barco da outra vez em que estivemos lá, dessa vez decidimos só aproveitar as praias e descansar. Arraial do Cabo é uma cidade pequena e, de onde ficamos hospedados, conseguimos ir andando para todas as praias (só a praia do pontal do Atalaia que precisou de um barco táxi).

Passamos a maior parte dos dias indo para a Praia Grande, principalmente porque o espaço de areia dela é enorme, então sempre conseguíamos ficar a uma boa distância das outras pessoas. E todos os dias eu queria andar até o “final” da praia, mas sempre acabava ficando com preguiça :p

Acho que a chuva e a neblina deram um clima totalmente diferente para essa viagem, porque não estava tão bonito quanto fica em Julho, mas eu senti mais aconchego.

Leia também: Viagem para Natal | Buenos Aires photo diary

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Isso foi o que eu mais comi na praia haha
Aproveitamos para almoçar um dia no Armazém do camarão, restaurante de frutos do mar famosinho por lá.
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Esse lugar é incrível demais. Desta vez descobrimos como economizar um pouco ma,is com alimentação, exploramos melhor os cafés da cidade e até tivemos uma quase experiência de assalto lol, mas no geral a cidade é muito segura e tranquila. Não vejo a hora de poder viajar novamente, mas não acho que eu tenho coragem de arriscar uma viagem na pandemia de novo, especialmente de avião, infelizmente.

Beijos e até o próximo! T

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Buenos Aires photo diary

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Meu ano começou com 8 dias em Buenos Aires, sendo surpreendida a cada minuto por uma cidade linda e cheia de cultura. Nesse diário de fotos dá pra ter uma noção da variedade de coisas que eu encontrei por lá. Ainda pretendo fazer outros posts para falar em detalhes das atrações que eu acho que valem a pena visitar, mas por enquanto deixo vocês com esses registros.

Nunca pensei que posaria para foto em um túmulo, mas aqui estou eu haha
Arquitetura magnífica <3
A expressão de perplexidade foi real hahaha
Com André, meu namorado

Desculpem a quantidade de fotos e, acreditem em mim, deu muito trabalho selecionar apenas essas (!)

Não sei se nos próximos posts sobre Buenos Aires eu falo primeiro sobre os museus, sobre a arquitetura ou sobre os pontos turísticos, restaurantes… se tiver interesse em um desses temas já deixa um comentário pra me ajudar a escolher <3

Beijos e até o próximo!

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Viagem Arraial do Cabo

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Arraial do Cabo, Rio de Janeiro, foi o destino escolhido da lista pesquisada no google de “praias no Brasil que não chovem muito em Julho” e valeu a pena cada minuto da extensa procura de hospedagem e longa viagem de carro (cerca de 1 dia e meio de viagem saindo de brasília, com parada para dormir em Conselheiro Lafaiate-MG). Arraial do Cabo é espetacular.

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Viagem Arraial do Cabo

Minha experiência e dicas

Fiquei hospedada na Pousada do capitão, ótimo custo benefício e boa localização, bem próxima da praia dos anjos (bonita, mas não boa pra banho, é de onde saem os passeios de barco e é no final dela que fica a trilha para ir até a praia do forno) e também dá para ir andando até a praia grande. Colado nessa pousada fica o hostel do navio, que parecia bem animado à noite e pode ser uma opção mais barata. Para quem vai viajar em grupo, acho que vale muito à pena pesquisar casas para aluguel de temporada, vi poucas opções no airBnb mas vi várias casas legais com placa de aluguel por lá.

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A água das praias de Arraial do cabo é MUITO gelada e bem transparente

A praia que mais frequentei foi a Praia Grande, que tem um por do sol incrível e é ENORME, a faixa de área dela segue até onde não conseguimos mais enxergar. Tem várias opções de barracas e final de semana ficou bem lotada, mas durante a semana era ótimo passar o final da tarde e noite por lá. A orla é bem animadinha e tem várias opções de bares e restaurantes. Eu viciei em um milk shake de leite ninho de uma lanchonete chamada “Milk Shake Mix sorvetes e açaí” e gostei bastante de almoçar no restaurante orla 33, bem em frente à praia grande, com comida à vontade por R$24,00.

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Mas até aí, acho que sem grandes novidades, pra mim por mais que a água fosse transparente, parecia com outras praias que eu já visitei. Eu comecei a notar as características de Arraial quando visitei a prainha. Essa é a praia que a gente vê assim que entra em Arraial do Cabo, é linda e ótima pra banho. Eu li que essa é uma das praias mais populares, que fica beeeeem lotada em alta temporada. Ah, um detalhe muito importante: Julho em Arraial do cabo não é considerado alta temporada, mesmo sendo férias!

Viajando para Búzios – RJ

Fui para Búzios no terceiro dia de viagem e acho que eu estava com expectativas muito altas porque acabei ficando um pouco desapontada. Búzios fica à uma hora de carro de Arraial do Cabo, então fizemos só um bate e volta de um dia. A praia do Geribá é linda e tem umas pedras no final onde a vista do alto é tirar o fôlego. É uma praia grande e tem muitas opções de restaurantes. Mas o consumo lá é muito caro. Nessa praia nem tomei banho nem almocei, só tirei 500 fotos (hehe). Nesse dia eu almocei no restaurante Baixo Geribá bar e restaurante para assistir a final da copa do mundo (preço bom e ótimo atendimento), na Av. José Bento Ribeiro Dantas 5000. Segui para a praia da Ferradura (porque a praia da ferradurinha só poderia ser acessada de barco). Eu li tanto sobre essa praia e quando cheguei lá fiquei um pouco sem entender porque ela é tão famosa, achei a água um pouco oleosa e novamente: o consumo muito caro. Mas achei legal o formato da praia realmente lembrar uma ferradura.

Fechamos a noite seguindo para a praia dos Ossos, onde estava acontecendo o festival gastronômico de Búzios. E segui passeando pela orla que eu achei BEM legal! Movimentada, super bonita e com várias opções de bares e restaurante. A maioria parecia super chique, mas vi algumas opções para os bolsos mais modestos como o meu. Mas jantar em Búzios ficou para uma próxima visita.

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E então finalmente conheci uma praia que me arrancou suspiros de verdade: a praia do forno. Dá pra chegar nessa praia de barco táxi e caminhando pela trilha (de carro não). Fui caminhando e acho que faz todo o sentido porque a vista é ma-ra-vi-lho-sa. E a caminhada dura uns 10 minutos e a trilha é tranquila, tanto com relação à segurança quanto ao esforço físico. Minha sugestão é chegar lá bem cedo para aproveitar melhor a vista com uma quantidade menor de pessoas (não achei a praia lotada, mas eu gostaria de ter ido nela com menos pessoas ainda). Eu nem sei como descrever direito essa praia…durante o banho tinha tartarugas nadando por perto *-*, em volta da água tem esse morro por onde passa a trilha e é cheio de cactos, o que pra mim deu uma sensação completamente diferente da paisagem. Eu acho que de todas essa foi a minha praia favorita.

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A tartaruguinha nadando

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Em seguida fizemos o passeio de barco. Essa é uma parte que acho irritante em lugares turísticos: o exceto de gente oferecendo serviços de passeio, tipo, o tempo todo em todos os lugares. Decidimos fazer o passeio de barco com o Vitor Moura e tinha água, refrigerante e caipirinha à vontade em um passeio de R$40,00 por pessoa. Algumas vezes nesse passeio é possível ver Baleias em alto mar *-* mas pra gente dessa vez só as tartarugas se exibiram. Esse passeio é o único meio de chegar até a praia do Farol, protegida pela marinha, onde só podem ficar até 250 pessoas ao mesmo tempo. Eu estava muito ansiosa pra conhecer essa praia porque só tinha ouvido coisas boas sobre ela. Mas eu posso jurar que não tinha somente 250 pessoas nessa praia porque pra onde eu olhava só via gente. Gente e barcos. Os barcos estavam super próximos da área de banho, tinha alguns com música super alta…o pouco que consegui ver da praia em espaços sem pessoas parecia paradisíaco, mas a experiência no geral foi bem ruim.

O passeio em alto mar é muito bonito, principalmente quando chega na gruta azul e termina nas prainhas do pontal do Atalaia, que na realidade é uma praia só com algumas divisões naturais do morro e pedras. Lindíssima. Essa eu visitei duas vezes, uma nesse passeio de barco e outra de carro, no dia seguinte. Achei a praia bem cheia de gente, mas vale a pena. A escadaria que dá acesso à essa praia para quem vai de carro é muito bonita e a vista do alto é sufocante de tão linda, sério. O caminho de carro que é um pouquinho dificultoso, estrada de terra e tal, mas como não choveu, estava bem tranquilo (é só chegar cedo pra conseguir estacionar sem estresse e aproveitar melhor com menor quantidade de pessoas).

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Esse post mereceu toda essa quantidade de fotografias hehe e ainda deixo mais uma galeria com fotos das praias <3 só clicar nas imagens abaixo que elas vão ficar ampliadas em um slide. Na minha opinião Arraial do Cabo é um destino relativamente barato, bonito e muito tranquilo (em nenhum momento senti insegurança ao andar nas ruas, mesmo à noite). Espero poder voltar em breve.

Beijos e até o próximo!

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Burano

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No final de Maio e começo de Junho do ano passado eu fiz uma viagem incrível para o país em forma de bota – Itália – e agora, pouco mais de um ano depois, após me beliscar um pouquinho pra acreditar que a viagem aconteceu e que foi ótima do jeito que foi, aqui estou escrevendo o que será uma série de posts com todos os detalhes que eu puder dar e muitas, mas muitas fotos. Eu decidi separar os posts de acordo com cada lugar por onde eu passei, seguindo o cronograma que eu fiz. Então temos: MilãoLago ComoVeneza, Florença e Cinqueterre. Espero que vocês possam sentir um pouquinho da mágica que todos esses lugares tiveram pra mim!

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Burano é uma ilha localizada nos arredores de Veneza, na Itália. Parece uma cidade cenográfica de tão charmosa, com casas MUITO bem cuidadas e janelas maravilhosas com uma variedade tão linda de floreiras!

Depois de pesquisar muito, resolvi incluir Burano no roteiro da minha viagem porque era um lugar muito bem comentado nos blogs de viagem. Cheguei lá com a expectativa altíssima e por conta disso eu me decepcionei um pouco, mas ainda continuo achando que Burano merece sim ser visitado e vou explicar direitinho o porquê.

Aproveitei para visitar Burano enquanto eu estava em Veneza. Eu não lembro exatamente quanto custou o barco até lá, mas acredito que foi em torno de 13 Euros e não é uma viagem muito longa. À primeira vista parece um lugar qualquer, a entrada é bonitinha, tem flores e uma escultura que achei muito legal, tudo limpo…e é só. Mas basta se infiltrar um pouco mais na cidade e a gente já descobre umas ruas bem ao estilo de Veneza, só que cheias de cor!

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Cheguei em Burano pensando em fazer compras porque li sobre os trabalhos de renda que são vendidos lá, mas depois de olhar 10 lojas eu desisti porque achei a produção cara, muito simples e tudo igual. Não quero desmerecer o trabalho deles, mas depois de ver os trabalhos em renda do Nordeste do Brasil, é impossível não fazer comparações. No entanto, acabei gastando o meu dinheiro em uma loja de doces que vinham em latinhas decoradas (e são lindas!). Andei em Burano de ponta a ponta e depois de algumas horas já estava louca para ir embora. A gente resolveu almoçar por lá mas não encontramos nenhum restaurante legal e acabamos comendo um lanche caro (uma delícia, mas caro). Minha impressão no geral é de que os moradores são um pouco mal-humorados, não gostam muito dos turistas e não havia muitas coisas para fazer por lá além de admirar as casas e tirar fotos (que aliás, dá pra fazer umas fotografias bem criativas, o que não foi o meu caso, infelizmente haha). Ainda acho admirável o cuidado que eles tem com a ilha e com as casas, isso faz de Burano um lugar único.

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Veneza

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Esse é o terceiro post da minha viagem para a Itália em Maio/Junho de 2017 sobre a maravilhosa Veneza (os primeiros posts foram Milão e o Lago de Como).

Nosso trem partiu de Milão em direção à Veneza mais ou menos às 13:30. Esse percurso durou cerca de duas horas (mesmo com algumas paradas) e foi uma viagem bem tranquila, com um trem relativamente vazio. Eu não sabia muito bem o que esperar de Veneza porque ouvi e li comentários negativos, que Veneza tinha um cheiro horrível, que era deprimente e que não era tão bonita como parecia nas fotos. Confesso que as minhas expectativas foram ficando cada vez mais baixas. Daí que Veneza é dividida entre a parte famosa e mais turística (com os canais e etc.) e uma parte mais ~terrestre~ vamos dizer assim. O trem chega por essa parte não famosa da cidade e faz uma primeira parada (existem duas estações em Veneza) e depois atravessa uma ponte em direção à estação que já fica bem em frente à um canal.

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Quando o trem atravessou a ponte e eu tive o primeiro vislumbre da cidade do jeito que eu conhecia das fotos, eu já fui ficando mais empolgada e curiosa. E praticamente andei dando pulinhos de felicidade depois de sair da estação de trem e ver o primeiro canal e todas aquelas construções em volta dele…

Nosso hotel ficava pertinho da estação de trem e fomos direto pra lá guardar as coisas e aproveitar o dia (já era umas 16:00 mas como era verão, só escurecia depois das 21:00). Recomendo muito o hotel Santa Lucia porque valeu cada minuto que eu perdi pesquisando em busca de conforto com um bom preço. Achei hospedagem em Veneza muito cara e até os hostels não eram muito vantajosos. Reservei esse hotel diretamente pelo site deles e custou cerca de €70 a diária para duas pessoas em um quarto sem banheiro. Eu fiquei com bastante medo de que a minha tentativa de economia desse prejuízo, mas chegando lá a recepção foi muito atenciosa e, embora o quarto não tivesse banheiro dentro, o banheiro ficava logo em frente ao quarto (mais de um banheiro inclusive) e durante as duas noites que ficamos lá não encontramos com nenhum outro hóspede e os banheiros estavam sempre limpos e secos. Além do mais tinha uma pia dentro do quarto, o que facilitava não precisar sair pra escovar os dentes e lavar as mãos. Um amigo do meu irmão pagou exatamente o mesmo preço que nós (€35 porque dividimos tudo) pra ficar em um hostel num quarto dividido com mais 8 pessoas, então só nesse aspecto eu já vejo vantagem em termos ficado nesse hotel.

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Passamos essa primeira tarde/noite (que eu acabei de me dar conta que pareceu um dia realmente longo) só andando aleatoriamente e conhecendo a cidade sem preocupação de ir ver os pontos turísticos e acho que isso, mais do que tudo, foi o que me fez amar Veneza de verdade. Meu irmão já tinha estado lá, então eu fiquei muito despreocupada de a gente se perder e coisas do tipo, só fui. E a gente andou MUITO. Se surgia uma rua que parecia interessante a gente entrava nela sem dó e isso foi revelador e divertido. Achei Veneza muito misteriosa, dá a sensação de que você nunca vai conseguir conhecer tudo o que existe por lá.

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venezaPerdemos a conta de por quantas ruas já havíamos passado e chegamos no que parecia ser o outro lado da cidade, onde tinha um parque. Era bonito, mas nada de diferente e então vimos umas cabines de venda e uma entrada fechada, que custava €35 por pessoa. Meu irmão achou que esse valor era pra entrar nesse parque e eu não me preocupei em descobrir do que se tratava e mais tarde acabei descobrindo que era a Bienal de arte de Veneza (!) e eu me arrependo muito de não ter entrado. Muito mesmo. Talvez fosse por isso que a cidade transpirava arte. A gente entrou em exposições de fotografia, instalações e vimos várias esculturas legais espalhadas por toda Veneza. Sem mencionar os adolescentes que andavam pra lá e pra cá com telas e materiais de pintura. Não sei se as coisas são sempre assim por lá, mas enquanto estive lá foi bonito de ver.

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É difícil de descrever o quanto eu achei Veneza bonita e acho que nenhuma foto faz justiça. Passamos as últimas horas de luz desse dia perto da sereia azul, sentados em uma “esquina” com uma vista linda do canal. Un fascino.

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Jantamos em um lugar muito bonitinho próximo ao hotel (eu infelizmente esqueci o nome do restaurante, sorry :/) e eu fiquei bem feliz quando começou a tocar “blister in the sun” nesse lugar.

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SEGUNDO DIA

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No nosso segundo dia em Veneza nós andamos o dobro do dia anterior. Pela manhã andamos até a outra ponta da cidade, uma área com pouquíssimos turistas. Fiquei muito contente de chegar em uma esquina e perceber que eu estava exatamente no mesmo lugar de uma foto que eu tinha achado linda no pinterest:

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Esse também foi o dia em que visitamos a Piazza San Marco  e foi o lado de Veneza que menos me interessou. Não que seja feio ou ruim, pelo contrário. Mas depois de ver tanta coisa diferente nas vielas cheias de água, os monumentos ficam em outro nível. Ainda assim a igreja é incrível. Precisei pagar €1 por um pedaço de feltro para cobrir os ombros na entrada da igreja.

Passamos no supermercado e seguimos bebendo e comendo salgadinho na beira do Grand Canal…quando um rapaz da Turquia, que estava fazendo um mochilão sozinho, começou a conversar com a gente e acabamos dividindo uma pizza e uma conversa em inglês que passava pelo coreano, turco e português hehe

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Não fizemos o passeio de gôndola porque achamos desnecessário considerando o quanto podíamos gastar e não tivemos interesse o suficiente, mas acho que deve ser lindo, quem sabe em uma próxima vez…

Gastei muito dinheiro com água porque eu esquecia de levar a garrafa, mas lá em Veneza existem várias torneiras/fontes onde é possível encher a garrafa.

Não achei a cidade fedida e estava MUITO calor.

Fiquei um dia e meio em Veneza (no outro fomos pra Burano) e vi muita coisa que eu gostaria de poder apreciar com mais calma, então acho que vale a pena ficar mais tempo na cidade.

Cuidado na estação de trem! Furtaram a minha madrasta quando ela estava se organizando com as malas no trem e quando eu estava pegando o trem de volta um homem veio pegando a mala da minha mão me “ajudando” a carregar e parecia que ele era um funcionário da estação, mas na realidade ele estava pedindo dinheiro. O problema é que eles ficam fazendo isso de uma forma agressiva e depois de colocar a minha mala no compartimento ele tentou puxar a minha bolsa pra me ajudar a carregar ela também lol. Depois ele foi super agressivo pedindo dinheiro. Foi o único trem em que encontrei problemas desse tipo.

Próximo post vai ser sobre Burano!

Um beijo 🙂

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Lago de Como

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No final de Maio e começo de Junho desse ano eu fiz uma viagem incrível para o país em forma de bota – Itália – e agora, pouco mais de um mês depois, após me beliscar um pouquinho pra acreditar que a viagem aconteceu e que foi ótima do jeito que foi, aqui estou escrevendo o que será uma série de posts com todos os detalhes que eu puder dar e muitas, mas muitas fotos. Eu decidi separar os posts de acordo com cada lugar por onde eu passei, seguindo o cronograma que eu fiz. Então temos: Milão, Lago Como, Veneza, Florença e Cinqueterre. Espero que vocês possam sentir um pouquinho da mágica que todos esses lugares tiveram pra mim!

Lago de Como

Como eu falei no post sobre Milão, o primeiro dia turistando pra valer começou em Como. Eu esqueci como foi que eu descobri sobre esse lugar, porque não é um destino tão popular assim quando se fala em viajar para a Itália (inclusive por lá não encontramos nenhum brasileiro e em todos os outros lugares por onde passamos haviam muuuuitos brasileiros), mas valeu muito a pena ter ido conhecer. É bem fácil de chegar até lá de trem, partindo de Milão e leva uma hora e meia mais ou menos.

Chegamos de trem na cidade chamada Como, na estação mais “distante”, a Como Borghi (o caminho a pé até a beira do lago é curto e muito bonito!). Dentro dessa estação encontramos um local de informações para turista com uma atendente muito gentil que nos explicou tudo com muita calma e nos deu um mapa do lago. Na volta, pegamos o trem saindo da estação Como Nord Lago porque estávamos muito cansados e essa estação fica praticamente na beira do lago.

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Eu fiquei encantada com esse lugar desde o primeiro segundo saindo da estação, porque tivemos que descer uma escadaria em um espaço todo arborizado e tudo era tão limpo e charmoso…

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E chegando na beira do lago a vista era toda espetacular. Tem vários restaurantes, uma praça e uma orla muito bem estruturada.

lago-como-italialago-como-italialago-como-italialago-como-italialago-como-italia lago-como-italia lago-como-italia lago-como-italialago-como-italia lago-como-italia lago-como-italiaParamos em um pequeno píer onde ficava o ponto de venda de ingresso para os barcos que fazem o percurso até as outras cidades que rodeiam o Lago de Como. Tem um barco em que você pode ir descendo em todas as cidades e outro que segue direto até Bellagio, uma das cidades mais distante (e essa foi a nossa escolha). O valor do ingresso ida e volta por pessoa foi 30 Euros nesse barco que segue direto e o trajeto dura cerca de uma hora. Não gostei muito do barco porque era todo fechado e a vista é linda demais pra ser apreciada pelos vidros das janelas que não podiam ser abertas. Aproveitamos o tempo de espera do barco para passear pela orla (fotos acima).

Voltando de Bellagio, subimos no funicular de Como (é tipo um trem que transporta as pessoas até o ponto mais alto da cidade). Não lembro exatamente o valor, mas acho que o ingresso custou em torno de 7 Euros. A vista da cidade lá do alto me lembrou bastante o nosso Rio de Janeiro. E eu achei bonito lá em cima, mas não tanto. O que eu gostei de verdade foi voltar no funicular no “vagão” da frente, que tem um vidro que permite ir vendo o Lago de Como se aproximando durante toda a descida. Acho que eu nunca vou esquecer aquele azul…

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Bellagio

Em Bellagio eu quero voltar e ficar hospedada. É uma cidade que parece bem pequena, tem a orla que é apaixonante com todas aquelas montanhas azuis em volta e umas ruazinhas de pedra cheias de subidas e descidas com lojas e restaurantes. No fim da orla encontramos uma área em que os moradores locais estavam nadando no lago e eu só não me juntei a eles porque não levei toalha e não encontrei nenhum lugar vendendo (!), mas se você estiver pensando em ir, não perca a oportunidade.

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Andando aleatoriamente pelas ruas da cidade, encontrei uma papelaria com umas coisas muito fofas! Quase não comprei nada porque imaginei que poderia encontrar as mesmas coisas nas outras cidades e como esse era o primeiro dia, preferi não gastar logo tudo lá (haha) mas foi um erro porque depois eu descobri que era praticamente exclusividade de Bellagio 🙁

Almocei lá e como não estava com muita fome, resolvi comprar uma pizza cortada em cubos em um carro de lanches de rua e comi sentada no parapeito da orla. Não me arrependo. Mas os restaurantes por lá tinham vários preços acessíveis (na verdade por todos os lugares que a gente passou na Itália, comer não foi um problema com relação a preço). Queria muito ficar hospedada lá pra ter a vista noturna, eu imagino que deve ser incrível.

lago-como-italiaVista de dentro do barco no percurso para Bellagio

O próximo post dessa série será sobre Veneza <3 e eu mal posso esperar pra escrever…

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Diário de viagem: Milão

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No final de Maio e começo de Junho desse ano eu fiz uma viagem incrível para o país em forma de bota – Itália – e agora, pouco mais de um mês depois, após me beliscar um pouquinho pra acreditar que a viagem aconteceu e que foi ótima do jeito que foi, aqui estou escrevendo o que será uma série de posts com todos os detalhes que eu puder dar e muitas, mas muitas fotos. Eu decidi separar os posts de acordo com cada lugar por onde eu passei, seguindo o cronograma que eu fiz. Então temos: Milão, Lago Como, Veneza, Florença e Cinqueterre. Espero que vocês possam sentir um pouquinho da mágica que todos esses lugares tiveram pra mim!

Milão

Eu peguei um voo de ida e volta por Milão (com 2 escalas e aqui fica o meu conselho: só faça isso se estiver muito disposto a lidar com o cansaço, porque cansa MUITO MESMO!) e de acordo com o que eu pesquisei e o que as pessoas me falaram sobre essa cidade, eu me programei para ficar por lá apenas de passagem: a noite em que eu cheguei, a noite do dia seguinte e a manhã do terceiro dia. Honestamente, eu voltaria lá e ficaria uns três dias pelo menos. A cidade é ótima para compras (inclusive eu me empolguei um pouco na terranova) e tem alguns pontos turísticos importantíssimos para a história da arte e arquitetura. Milão me lembrou um pouco São Paulo por causa da correria e a gente estava sempre precisando pegar o metrô pra lá e pra cá…mas eu achei que ela tem um charme único que fez valer bastante ter sido incluída no meu roteiro.

Eu cheguei no aeroporto de Malpensa em um Domingo, lá pelas 17:15, com AQUELE jet lag e me sentindo em um universo paralelo, considerando que eu estava viajando desde sábado de manhã (!). Mas eu estava tão animada de estar lá e estava sozinha, então eu juntei toda a minha energia para praticar o meu péssimo inglês pedindo informações sobre como pegar o trem para a estação central de Milão, onde eu encontraria o meu irmão. Na hora de comprar o passe do trem (que foi mais caro do que o trem pra voltar de La Spezia para Milão!) eu encontrei uma moeda de 50 cents no chão e esse foi um dos meus momentos de ser bem boba e supersticiosa porque eu decidi que aquela seria a minha moeda da sorte. Me atrapalhei com a máquina de validar o bilhete e precisei pedir ajuda para duas senhoras Italianas muito prestativas <3 que também iam pegar o mesmo trem. Aliás, a estação de trem é integrada ao aeroporto, então é super fácil de encontrar e se locomover de lá até o centro de Milão e o trem é confortável, não sei se foi pelo horário e pelo dia, mas estava bem vazio.

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Quem me segue no snapchat (thyemef) conseguiu ter uma boa noção do meu espanto deslumbrado assim que eu desci do trem na Stazione di Milano Centrale porque eu fiquei encantada e não foi pouco. O lugar tem um pé-direito muito alto e uma arquitetura muito rica, cheia de esculturas e detalhes. Por alguma razão que eu desconheço, eu tirei poucas fotos lá, mas sério, é linda. Encontrei o meu irmão e depois de deixarmos as coisas no hostel, saímos pra comer pizza (ÓBVIO hahaha).

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Na Segunda-feira nós passamos o dia conhecendo o Lago de Como, que fica a 1 hora de trem mais ou menos partindo de Milão. Quando retornamos, pensamos em tomar um banho e ir aproveitar a noite Milanesa (que parecia de tarde, porque no verão escurece só lá pelas 21:30), mas estávamos muito cansados, então a gente só emendou o caminho até Navigli. Eu tinha expectativas mais altas desse bairro, mas o cansaço era tão grande que talvez por isso eu não tenha conseguido aproveitar tanto, mas pelo menos demos uma voltinha lá. Eu queria muito uma cerveja gelada, então sentamos em um bar/restaurante na beira de um dos canais e acabamos cometendo o erro bizarro de não perguntar o preço antes e pagamos 7 euros por uma long neck que ESTAVA QUENTE. Na Itália, esses estabelecimentos liberam uma mesa com petiscos para se servir à vontade, o que é algo muito legal, mas nesse lugar não valeu à pena.

viagem-milao-italia-2017As olheiras de cansaço lol

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No dia seguinte, a manhã era toda de Milão e foi um dos momentos mais esperados por mim, porque fomos conhecer o Duomo de Milão. Não sei se eu já contei isso aqui no blog, mas em 2011 eu me inscrevi para a politécnica de design em Milão e desde essa época eu tinha o sonho de ver essa Catedral de perto. Eu já saí do metrô de boca aberta porque essa construção é gi-gan-te. Dei umas duas voltas em torno da Catedral inteira e eu queria muito ter subido ao telhado pra poder ver todos os detalhes góticos de perto, mas se a gente fizesse isso – além de que o preço era meio salgado – não ia dar tempo de conhecer outros lugares, no caso, a via Torino, onde eu tive o meu momento experimentando e comprando roupas que eu não pretendia comprar mas estavam com preços ótimos. Então a subida ao telhado fica para uma próxima visita. Logo ao lado da Catedral fica a Galeria Vittorio Emanuele, também com uma arquitetura belíssima e cheia de lojas de grife.

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Ao meio dia nós pegamos o trem para Veneza e eu continuo contando em um próximo post, logo em breve!

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Salto do Itiquira

Viagem

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Depois de 4 anos morando em Brasília, em termos de passeio, a lista de coisas para fazer por aqui ficou bem curta. Mas cachoeira é o que não falta no entorno e enquanto eu não consigo me organizar pra visitar a tão famosa Chapada dos Veadeiros, me permito ficar bem feliz com o Salto do Itiquira, que fica mais ou menos a duas horas de carro partindo de Brasília. Não acho um lugar tão legal assim para tomar banho porque a área com mais profundidade de água sempre está muito lotada (as duas vezes que eu fui era final de semana) mas o complexo é muito bonito e bem cuidado e acompanhar a queda d’água – que é altíssima – vale a visita.

LEIA MAISMinha primeira vez em Itiquira | Cachoeira poço azul

31 dias

Viagem

belem-aereo Julho foi um mês em que eu coloquei muitas expectativas e estou saindo dele um pouco decepcionada. Não foi tão divertido, não foi tão produtivo e passou voando… mas foram 31 dias tão necessários! Tive alguns dias bem lá em baixo, mas perto do fim do mês as coisas começaram a melhorar e tudo está terminando maravilhosamente bem. Ufa! Viajei pra visitar a minha família em Belém e descansei o suficiente pra aguentar um semestre que espero que seja mais puxado do que o primeiro desse ano (eu gosto de me superar e acho que eu posso ser muito mais produtiva e crescer mais com isso). Nunca achei que eu fosse gostar tanto de “Downton Abbey” mas eu amei essa série de um tanto que fiquei com saudades no período em que fiquei sem internet – é um romance, umas tretas, umas frescuras <3. Estou cheia de planos para Agosto, que é o mês do meu aniversário e sempre foi assim meio especial pra mim e quero muito cumprir com todas as coisas que eu programei (e que levei horas organizando haha).

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ATUALMENTE
Snapchat: thyemef
Lendo – Breve história de quase tudo | Anna Kariênina | Terminei “Marina” | Terminei “A fúria dos reis” | Li “Seio azul” | Gênios da arte: Monet 
Assistindo – Terminei 4º de Orange is the new black | Gilmore girls  | Downton Abbey <3 | Full House (em homenagem à minha infância) | Garota interrompida | O maravilhoso agora (Esse vídeo no minuto 09:09 com a Lully chocada porque eu odiei esse filme lol) 
Ouvindo – Nada em especial, eu viciei em três músicas do Bieber e umas músicas latinas haha
Fiz –  Viajei | horas a fio vendo séries e li bastante
Aprendendo – Francês | treinando falar mais em inglês | Lightworks 
Planejando – Agosto inteiro porque eunãoconsigoserdisciplinada.
Beijos e até mais!
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Natal Rio Grande do Norte

Viagem

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O Brasil sempre me surpreende quando se trata de conhecer lugares bonitos e Natal, no Rio Grande do Norte é uma dessas cidades que todo mundo deveria ir visitar um dia. Passei os últimos dias variando entre banho salgado do mar, piscina de hotel e caminhadas na orla para fazer lanches gostosos (hehe), com alguns intervalos para passear nas dunas sobre um quadriciclo e nadar no mar aberto depois de ver golfinhos *-*

Feliz 2016!


Brazil always surprises me when it’s about meeting beautiful places and Natal (RN) it’s one of those cities that everyone should visit someday. I spent the last days ranging from salt bath on the beach to the hotel swimming pool and walks on the waterfront to eat delicious snacks (hehe), with some intervals to walk around in the dunes on a quad bike and swim in the high sea after seeing dolphins *-*

Happy 2016!

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