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Viagem Arraial do Cabo

Viagem

Arraial do Cabo, Rio de Janeiro, foi o destino escolhido da lista pesquisada no google de “praias no Brasil que não chovem muito em Julho” e valeu a pena cada minuto da extensa procura de hospedagem e longa viagem de carro (cerca de 1 dia e meio de viagem saindo de brasília, com parada para dormir em Conselheiro Lafaiate-MG). Arraial do Cabo é espetacular.

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Viagem Arraial do Cabo

Minha experiência e dicas

Fiquei hospedada na Pousada do capitão, ótimo custo benefício e boa localização, bem próxima da praia dos anjos (bonita, mas não boa pra banho, é de onde saem os passeios de barco e é no final dela que fica a trilha para ir até a praia do forno) e também dá para ir andando até a praia grande. Colado nessa pousada fica o hostel do navio, que parecia bem animado à noite e pode ser uma opção mais barata. Para quem vai viajar em grupo, acho que vale muito à pena pesquisar casas para aluguel de temporada, vi poucas opções no airBnb mas vi várias casas legais com placa de aluguel por lá.

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A água das praias de Arraial do cabo é MUITO gelada e bem transparente

A praia que mais frequentei foi a Praia Grande, que tem um por do sol incrível e é ENORME, a faixa de área dela segue até onde não conseguimos mais enxergar. Tem várias opções de barracas e final de semana ficou bem lotada, mas durante a semana era ótimo passar o final da tarde e noite por lá. A orla é bem animadinha e tem várias opções de bares e restaurantes. Eu viciei em um milk shake de leite ninho de uma lanchonete chamada “Milk Shake Mix sorvetes e açaí” e gostei bastante de almoçar no restaurante orla 33, bem em frente à praia grande, com comida à vontade por R$24,00.

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Mas até aí, acho que sem grandes novidades, pra mim por mais que a água fosse transparente, parecia com outras praias que eu já visitei. Eu comecei a notar as características de Arraial quando visitei a prainha. Essa é a praia que a gente vê assim que entra em Arraial do Cabo, é linda e ótima pra banho. Eu li que essa é uma das praias mais populares, que fica beeeeem lotada em alta temporada. Ah, um detalhe muito importante: Julho em Arraial do cabo não é considerado alta temporada, mesmo sendo férias!

Viajando para Búzios – RJ

Fui para Búzios no terceiro dia de viagem e acho que eu estava com expectativas muito altas porque acabei ficando um pouco desapontada. Búzios fica à uma hora de carro de Arraial do Cabo, então fizemos só um bate e volta de um dia. A praia do Geribá é linda e tem umas pedras no final onde a vista do alto é tirar o fôlego. É uma praia grande e tem muitas opções de restaurantes. Mas o consumo lá é muito caro. Nessa praia nem tomei banho nem almocei, só tirei 500 fotos (hehe). Nesse dia eu almocei no restaurante Baixo Geribá bar e restaurante para assistir a final da copa do mundo (preço bom e ótimo atendimento), na Av. José Bento Ribeiro Dantas 5000. Segui para a praia da Ferradura (porque a praia da ferradurinha só poderia ser acessada de barco). Eu li tanto sobre essa praia e quando cheguei lá fiquei um pouco sem entender porque ela é tão famosa, achei a água um pouco oleosa e novamente: o consumo muito caro. Mas achei legal o formato da praia realmente lembrar uma ferradura.

Fechamos a noite seguindo para a praia dos Ossos, onde estava acontecendo o festival gastronômico de Búzios. E segui passeando pela orla que eu achei BEM legal! Movimentada, super bonita e com várias opções de bares e restaurante. A maioria parecia super chique, mas vi algumas opções para os bolsos mais modestos como o meu. Mas jantar em Búzios ficou para uma próxima visita.

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E então finalmente conheci uma praia que me arrancou suspiros de verdade: a praia do forno. Dá pra chegar nessa praia de barco táxi e caminhando pela trilha (de carro não). Fui caminhando e acho que faz todo o sentido porque a vista é ma-ra-vi-lho-sa. E a caminhada dura uns 10 minutos e a trilha é tranquila, tanto com relação à segurança quanto ao esforço físico. Minha sugestão é chegar lá bem cedo para aproveitar melhor a vista com uma quantidade menor de pessoas (não achei a praia lotada, mas eu gostaria de ter ido nela com menos pessoas ainda). Eu nem sei como descrever direito essa praia…durante o banho tinha tartarugas nadando por perto *-*, em volta da água tem esse morro por onde passa a trilha e é cheio de cactos, o que pra mim deu uma sensação completamente diferente da paisagem. Eu acho que de todas essa foi a minha praia favorita.

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A tartaruguinha nadando

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Em seguida fizemos o passeio de barco. Essa é uma parte que acho irritante em lugares turísticos: o exceto de gente oferecendo serviços de passeio, tipo, o tempo todo em todos os lugares. Decidimos fazer o passeio de barco com o Vitor Moura e tinha água, refrigerante e caipirinha à vontade em um passeio de R$40,00 por pessoa. Algumas vezes nesse passeio é possível ver Baleias em alto mar *-* mas pra gente dessa vez só as tartarugas se exibiram. Esse passeio é o único meio de chegar até a praia do Farol, protegida pela marinha, onde só podem ficar até 250 pessoas ao mesmo tempo. Eu estava muito ansiosa pra conhecer essa praia porque só tinha ouvido coisas boas sobre ela. Mas eu posso jurar que não tinha somente 250 pessoas nessa praia porque pra onde eu olhava só via gente. Gente e barcos. Os barcos estavam super próximos da área de banho, tinha alguns com música super alta…o pouco que consegui ver da praia em espaços sem pessoas parecia paradisíaco, mas a experiência no geral foi bem ruim.

O passeio em alto mar é muito bonito, principalmente quando chega na gruta azul e termina nas prainhas do pontal do Atalaia, que na realidade é uma praia só com algumas divisões naturais do morro e pedras. Lindíssima. Essa eu visitei duas vezes, uma nesse passeio de barco e outra de carro, no dia seguinte. Achei a praia bem cheia de gente, mas vale a pena. A escadaria que dá acesso à essa praia para quem vai de carro é muito bonita e a vista do alto é sufocante de tão linda, sério. O caminho de carro que é um pouquinho dificultoso, estrada de terra e tal, mas como não choveu, estava bem tranquilo (é só chegar cedo pra conseguir estacionar sem estresse e aproveitar melhor com menor quantidade de pessoas).

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Esse post mereceu toda essa quantidade de fotografias hehe e ainda deixo mais uma galeria com fotos das praias <3 só clicar nas imagens abaixo que elas vão ficar ampliadas em um slide. Na minha opinião Arraial do Cabo é um destino relativamente barato, bonito e muito tranquilo (em nenhum momento senti insegurança ao andar nas ruas, mesmo à noite). Espero poder voltar em breve.

Beijos e até o próximo!

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Burano

Viagem

No final de Maio e começo de Junho do ano passado eu fiz uma viagem incrível para o país em forma de bota – Itália – e agora, pouco mais de um ano depois, após me beliscar um pouquinho pra acreditar que a viagem aconteceu e que foi ótima do jeito que foi, aqui estou escrevendo o que será uma série de posts com todos os detalhes que eu puder dar e muitas, mas muitas fotos. Eu decidi separar os posts de acordo com cada lugar por onde eu passei, seguindo o cronograma que eu fiz. Então temos: MilãoLago ComoVeneza, Florença e Cinqueterre. Espero que vocês possam sentir um pouquinho da mágica que todos esses lugares tiveram pra mim!

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Burano é uma ilha localizada nos arredores de Veneza, na Itália. Parece uma cidade cenográfica de tão charmosa, com casas MUITO bem cuidadas e janelas maravilhosas com uma variedade tão linda de floreiras!

Depois de pesquisar muito, resolvi incluir Burano no roteiro da minha viagem porque era um lugar muito bem comentado nos blogs de viagem. Cheguei lá com a expectativa altíssima e por conta disso eu me decepcionei um pouco, mas ainda continuo achando que Burano merece sim ser visitado e vou explicar direitinho o porquê.

Aproveitei para visitar Burano enquanto eu estava em Veneza. Eu não lembro exatamente quanto custou o barco até lá, mas acredito que foi em torno de 13 Euros e não é uma viagem muito longa. À primeira vista parece um lugar qualquer, a entrada é bonitinha, tem flores e uma escultura que achei muito legal, tudo limpo…e é só. Mas basta se infiltrar um pouco mais na cidade e a gente já descobre umas ruas bem ao estilo de Veneza, só que cheias de cor!

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Cheguei em Burano pensando em fazer compras porque li sobre os trabalhos de renda que são vendidos lá, mas depois de olhar 10 lojas eu desisti porque achei a produção cara, muito simples e tudo igual. Não quero desmerecer o trabalho deles, mas depois de ver os trabalhos em renda do Nordeste do Brasil, é impossível não fazer comparações. No entanto, acabei gastando o meu dinheiro em uma loja de doces que vinham em latinhas decoradas (e são lindas!). Andei em Burano de ponta a ponta e depois de algumas horas já estava louca para ir embora. A gente resolveu almoçar por lá mas não encontramos nenhum restaurante legal e acabamos comendo um lanche caro (uma delícia, mas caro). Minha impressão no geral é de que os moradores são um pouco mal-humorados, não gostam muito dos turistas e não havia muitas coisas para fazer por lá além de admirar as casas e tirar fotos (que aliás, dá pra fazer umas fotografias bem criativas, o que não foi o meu caso, infelizmente haha). Ainda acho admirável o cuidado que eles tem com a ilha e com as casas, isso faz de Burano um lugar único.

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Veneza

Viagem

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Esse é o terceiro post da minha viagem para a Itália em Maio/Junho de 2017 sobre a maravilhosa Veneza (os primeiros posts foram Milão e o Lago de Como).

Nosso trem partiu de Milão em direção à Veneza mais ou menos às 13:30. Esse percurso durou cerca de duas horas (mesmo com algumas paradas) e foi uma viagem bem tranquila, com um trem relativamente vazio. Eu não sabia muito bem o que esperar de Veneza porque ouvi e li comentários negativos, que Veneza tinha um cheiro horrível, que era deprimente e que não era tão bonita como parecia nas fotos. Confesso que as minhas expectativas foram ficando cada vez mais baixas. Daí que Veneza é dividida entre a parte famosa e mais turística (com os canais e etc.) e uma parte mais ~terrestre~ vamos dizer assim. O trem chega por essa parte não famosa da cidade e faz uma primeira parada (existem duas estações em Veneza) e depois atravessa uma ponte em direção à estação que já fica bem em frente à um canal.

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Quando o trem atravessou a ponte e eu tive o primeiro vislumbre da cidade do jeito que eu conhecia das fotos, eu já fui ficando mais empolgada e curiosa. E praticamente andei dando pulinhos de felicidade depois de sair da estação de trem e ver o primeiro canal e todas aquelas construções em volta dele…

Nosso hotel ficava pertinho da estação de trem e fomos direto pra lá guardar as coisas e aproveitar o dia (já era umas 16:00 mas como era verão, só escurecia depois das 21:00). Recomendo muito o hotel Santa Lucia porque valeu cada minuto que eu perdi pesquisando em busca de conforto com um bom preço. Achei hospedagem em Veneza muito cara e até os hostels não eram muito vantajosos. Reservei esse hotel diretamente pelo site deles e custou cerca de €70 a diária para duas pessoas em um quarto sem banheiro. Eu fiquei com bastante medo de que a minha tentativa de economia desse prejuízo, mas chegando lá a recepção foi muito atenciosa e, embora o quarto não tivesse banheiro dentro, o banheiro ficava logo em frente ao quarto (mais de um banheiro inclusive) e durante as duas noites que ficamos lá não encontramos com nenhum outro hóspede e os banheiros estavam sempre limpos e secos. Além do mais tinha uma pia dentro do quarto, o que facilitava não precisar sair pra escovar os dentes e lavar as mãos. Um amigo do meu irmão pagou exatamente o mesmo preço que nós (€35 porque dividimos tudo) pra ficar em um hostel num quarto dividido com mais 8 pessoas, então só nesse aspecto eu já vejo vantagem em termos ficado nesse hotel.

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Passamos essa primeira tarde/noite (que eu acabei de me dar conta que pareceu um dia realmente longo) só andando aleatoriamente e conhecendo a cidade sem preocupação de ir ver os pontos turísticos e acho que isso, mais do que tudo, foi o que me fez amar Veneza de verdade. Meu irmão já tinha estado lá, então eu fiquei muito despreocupada de a gente se perder e coisas do tipo, só fui. E a gente andou MUITO. Se surgia uma rua que parecia interessante a gente entrava nela sem dó e isso foi revelador e divertido. Achei Veneza muito misteriosa, dá a sensação de que você nunca vai conseguir conhecer tudo o que existe por lá.

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venezaPerdemos a conta de por quantas ruas já havíamos passado e chegamos no que parecia ser o outro lado da cidade, onde tinha um parque. Era bonito, mas nada de diferente e então vimos umas cabines de venda e uma entrada fechada, que custava €35 por pessoa. Meu irmão achou que esse valor era pra entrar nesse parque e eu não me preocupei em descobrir do que se tratava e mais tarde acabei descobrindo que era a Bienal de arte de Veneza (!) e eu me arrependo muito de não ter entrado. Muito mesmo. Talvez fosse por isso que a cidade transpirava arte. A gente entrou em exposições de fotografia, instalações e vimos várias esculturas legais espalhadas por toda Veneza. Sem mencionar os adolescentes que andavam pra lá e pra cá com telas e materiais de pintura. Não sei se as coisas são sempre assim por lá, mas enquanto estive lá foi bonito de ver.

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É difícil de descrever o quanto eu achei Veneza bonita e acho que nenhuma foto faz justiça. Passamos as últimas horas de luz desse dia perto da sereia azul, sentados em uma “esquina” com uma vista linda do canal. Un fascino.

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Jantamos em um lugar muito bonitinho próximo ao hotel (eu infelizmente esqueci o nome do restaurante, sorry :/) e eu fiquei bem feliz quando começou a tocar “blister in the sun” nesse lugar.

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SEGUNDO DIA

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No nosso segundo dia em Veneza nós andamos o dobro do dia anterior. Pela manhã andamos até a outra ponta da cidade, uma área com pouquíssimos turistas. Fiquei muito contente de chegar em uma esquina e perceber que eu estava exatamente no mesmo lugar de uma foto que eu tinha achado linda no pinterest:

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Esse também foi o dia em que visitamos a Piazza San Marco  e foi o lado de Veneza que menos me interessou. Não que seja feio ou ruim, pelo contrário. Mas depois de ver tanta coisa diferente nas vielas cheias de água, os monumentos ficam em outro nível. Ainda assim a igreja é incrível. Precisei pagar €1 por um pedaço de feltro para cobrir os ombros na entrada da igreja.

Passamos no supermercado e seguimos bebendo e comendo salgadinho na beira do Grand Canal…quando um rapaz da Turquia, que estava fazendo um mochilão sozinho, começou a conversar com a gente e acabamos dividindo uma pizza e uma conversa em inglês que passava pelo coreano, turco e português hehe

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Não fizemos o passeio de gôndola porque achamos desnecessário considerando o quanto podíamos gastar e não tivemos interesse o suficiente, mas acho que deve ser lindo, quem sabe em uma próxima vez…

Gastei muito dinheiro com água porque eu esquecia de levar a garrafa, mas lá em Veneza existem várias torneiras/fontes onde é possível encher a garrafa.

Não achei a cidade fedida e estava MUITO calor.

Fiquei um dia e meio em Veneza (no outro fomos pra Burano) e vi muita coisa que eu gostaria de poder apreciar com mais calma, então acho que vale a pena ficar mais tempo na cidade.

Cuidado na estação de trem! Furtaram a minha madrasta quando ela estava se organizando com as malas no trem e quando eu estava pegando o trem de volta um homem veio pegando a mala da minha mão me “ajudando” a carregar e parecia que ele era um funcionário da estação, mas na realidade ele estava pedindo dinheiro. O problema é que eles ficam fazendo isso de uma forma agressiva e depois de colocar a minha mala no compartimento ele tentou puxar a minha bolsa pra me ajudar a carregar ela também lol. Depois ele foi super agressivo pedindo dinheiro. Foi o único trem em que encontrei problemas desse tipo.

Próximo post vai ser sobre Burano!

Um beijo 🙂

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Lago de Como

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No final de Maio e começo de Junho desse ano eu fiz uma viagem incrível para o país em forma de bota – Itália – e agora, pouco mais de um mês depois, após me beliscar um pouquinho pra acreditar que a viagem aconteceu e que foi ótima do jeito que foi, aqui estou escrevendo o que será uma série de posts com todos os detalhes que eu puder dar e muitas, mas muitas fotos. Eu decidi separar os posts de acordo com cada lugar por onde eu passei, seguindo o cronograma que eu fiz. Então temos: Milão, Lago Como, Veneza, Florença e Cinqueterre. Espero que vocês possam sentir um pouquinho da mágica que todos esses lugares tiveram pra mim!

Lago de Como

Como eu falei no post sobre Milão, o primeiro dia turistando pra valer começou em Como. Eu esqueci como foi que eu descobri sobre esse lugar, porque não é um destino tão popular assim quando se fala em viajar para a Itália (inclusive por lá não encontramos nenhum brasileiro e em todos os outros lugares por onde passamos haviam muuuuitos brasileiros), mas valeu muito a pena ter ido conhecer. É bem fácil de chegar até lá de trem, partindo de Milão e leva uma hora e meia mais ou menos.

Chegamos de trem na cidade chamada Como, na estação mais “distante”, a Como Borghi (o caminho a pé até a beira do lago é curto e muito bonito!). Dentro dessa estação encontramos um local de informações para turista com uma atendente muito gentil que nos explicou tudo com muita calma e nos deu um mapa do lago. Na volta, pegamos o trem saindo da estação Como Nord Lago porque estávamos muito cansados e essa estação fica praticamente na beira do lago.

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Eu fiquei encantada com esse lugar desde o primeiro segundo saindo da estação, porque tivemos que descer uma escadaria em um espaço todo arborizado e tudo era tão limpo e charmoso…

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E chegando na beira do lago a vista era toda espetacular. Tem vários restaurantes, uma praça e uma orla muito bem estruturada.

lago-como-italialago-como-italialago-como-italialago-como-italialago-como-italia lago-como-italia lago-como-italia lago-como-italialago-como-italia lago-como-italia lago-como-italiaParamos em um pequeno píer onde ficava o ponto de venda de ingresso para os barcos que fazem o percurso até as outras cidades que rodeiam o Lago de Como. Tem um barco em que você pode ir descendo em todas as cidades e outro que segue direto até Bellagio, uma das cidades mais distante (e essa foi a nossa escolha). O valor do ingresso ida e volta por pessoa foi 30 Euros nesse barco que segue direto e o trajeto dura cerca de uma hora. Não gostei muito do barco porque era todo fechado e a vista é linda demais pra ser apreciada pelos vidros das janelas que não podiam ser abertas. Aproveitamos o tempo de espera do barco para passear pela orla (fotos acima).

Voltando de Bellagio, subimos no funicular de Como (é tipo um trem que transporta as pessoas até o ponto mais alto da cidade). Não lembro exatamente o valor, mas acho que o ingresso custou em torno de 7 Euros. A vista da cidade lá do alto me lembrou bastante o nosso Rio de Janeiro. E eu achei bonito lá em cima, mas não tanto. O que eu gostei de verdade foi voltar no funicular no “vagão” da frente, que tem um vidro que permite ir vendo o Lago de Como se aproximando durante toda a descida. Acho que eu nunca vou esquecer aquele azul…

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Bellagio

Em Bellagio eu quero voltar e ficar hospedada. É uma cidade que parece bem pequena, tem a orla que é apaixonante com todas aquelas montanhas azuis em volta e umas ruazinhas de pedra cheias de subidas e descidas com lojas e restaurantes. No fim da orla encontramos uma área em que os moradores locais estavam nadando no lago e eu só não me juntei a eles porque não levei toalha e não encontrei nenhum lugar vendendo (!), mas se você estiver pensando em ir, não perca a oportunidade.

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Andando aleatoriamente pelas ruas da cidade, encontrei uma papelaria com umas coisas muito fofas! Quase não comprei nada porque imaginei que poderia encontrar as mesmas coisas nas outras cidades e como esse era o primeiro dia, preferi não gastar logo tudo lá (haha) mas foi um erro porque depois eu descobri que era praticamente exclusividade de Bellagio 🙁

Almocei lá e como não estava com muita fome, resolvi comprar uma pizza cortada em cubos em um carro de lanches de rua e comi sentada no parapeito da orla. Não me arrependo. Mas os restaurantes por lá tinham vários preços acessíveis (na verdade por todos os lugares que a gente passou na Itália, comer não foi um problema com relação a preço). Queria muito ficar hospedada lá pra ter a vista noturna, eu imagino que deve ser incrível.

lago-como-italiaVista de dentro do barco no percurso para Bellagio

O próximo post dessa série será sobre Veneza <3 e eu mal posso esperar pra escrever…

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Natal Rio Grande do Norte

Viagem

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O Brasil sempre me surpreende quando se trata de conhecer lugares bonitos e Natal, no Rio Grande do Norte é uma dessas cidades que todo mundo deveria ir visitar um dia. Passei os últimos dias variando entre banho salgado do mar, piscina de hotel e caminhadas na orla para fazer lanches gostosos (hehe), com alguns intervalos para passear nas dunas sobre um quadriciclo e nadar no mar aberto depois de ver golfinhos *-*

Feliz 2016!


Brazil always surprises me when it’s about meeting beautiful places and Natal (RN) it’s one of those cities that everyone should visit someday. I spent the last days ranging from salt bath on the beach to the hotel swimming pool and walks on the waterfront to eat delicious snacks (hehe), with some intervals to walk around in the dunes on a quad bike and swim in the high sea after seeing dolphins *-*

Happy 2016!

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Quirk hotel

Quartos

boutique-quirk-hotel boutique-quirk-hotelProjeto de Poesis design

quirk-hotelImagens: visit richmond va

Estou muito curiosa para ver mais fotos dos cômodos. O Quirk hotel será inaugurado esse mês em Richmond, Virginia (EUA) e tem um conceito muito legal. Esse hotel focaliza na arte, com obras originais em cada quarto (feitas por artistas locais). A empresa de design de interiores e arquitetura que assina o projeto (Poesis design) propôs reaproveitar as vigas de madeira de 100 anos do edifício para criar as cabeceiras das camas dos 75 quartos do hotel. Um dos aspectos mais cativantes do hotel, no entanto, será o seu bar no último piso, um dos poucos na cidade. O objetivo deles é inserir os hóspedes no estilo de vida local e valorizar o que há de melhor na cultura dessa região.

“Nada é aleatório, e tudo tem uma história,” diz Katie (uma das proprietárias) sobre o processo de design.

Fonte da informação: wsj e revista hotel news

Beijos!

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As cidades em tapeçaria de parede

Colagem

Estou obcecada com essa tapeçaria de parede que encontrei no Society6!

Independente de amar Londres ou não, a arte nessa tapessaria é muito interessante porque é simples – são apenas linhas – e ao mesmo tempo é muito complexa já que tem uma série de sobreposições. O fato de não ser colorida faz com que ela se encaixe facilmente na composição de vários cenários com diferentes paletas de cores.

O abajur surgiu nessa colagem para ser a outra metade dessa tapeçaria. Ou será que só eu penso que ficaram perfeitos juntos? Tem a ver com a cor e com o design dele, fino e comprido. De certa forma é como se ele se misturasse com as formas rascunhadas. Na parede resolvi usar um azul escuro e vibrante para fazer contraste com os tons neutros. Acrescentei o pequeno aparador azul esverdeado para somar ainda mais cor, sem fugir muito dos outros tons utilizados.

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Para comprar as estampas: Londres | Paris | Toronto e não aparece nesse post, mas ainda tem Nova York!

Um beijo e até o próximo!

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Hotel Henriette Paris

Quartos

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Design de interiores é uma das coisas que deveria estar na lista de prioridades de qualquer hotel que se valorize, e não estou falando necessariamente de luxo. Um detalhe mais ousado já passa aquela sensação deliciosa de estar em um lugar especial. No caso do Hotel Henriette – em Paris – esse detalhe é a pintura.

Os outros cômodos desse hotel também possuem uma aparência única. Tem esse estilo simples, mas cheio de charme e a melhor parte é que muitas das ideias servem de inspiração para fazer em ambientes residenciais.

Que tal fazer a divisão de duas cores em contraste na diagonal?

Usar tons pastéis na mesma parede?hotel-paris-henriette

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Ou pintar uma das paredes com um tom forte só em baixo?hotel-paris-henriette

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Será que algum dia vou poder tirar as minhas próprias fotos nesse lugar? hehe

Endereço: 9 rue des Gobelins 75013 Paris Subway: Gobelins ( [email protected] )

Beijos!

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Três anos de blog

Diário

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Today are officially three years sharing my opinions with thousands of strangers here on this blog. I felt quite embarrassed at some times during those years because I wasn’t sure if what I was doing was something really cool, that had some use and how people were seeing it. Then I realized that the shame – and a lot of other feelings – is something existing only inside our heads. It doesn’t depends on anyone but ourselves. And I kept going.. And I kept going. with more balanced fear about the challenges that have appeared not only in relation to the blog, but in my personal life.

The cool side of insisting on overcoming difficulties is that they work in life exactly as video game levels. It starts looking very hard, then you face the first hurdle and when it comes the second, you realize that the first wasn’t really that hard. Then you start noticing that the second obstacle only looks difficult now, but it will also seem easy when you arrive in the third level. Can you see what I mean? And the secret is that what is changing is not difficult in itself, but you. You become stronger.

Perhaps I have said before, but I need to repeat that this blog helped me grow in many different ways and this in itself made be worth all the time invested here. So thank you for being a part of it by clicking, saving down the scroll bar, reading, watching, following, commenting! Maybe it isn’t too much for you, but it means the world to me. ♥


Hoje são oficialmente três anos dividindo as minhas opiniões com milhares de estranhos aqui nesse blog. Eu senti bastante vergonha em alguns períodos durante esses anos, porque eu não tinha certeza se o que eu estava fazendo era algo realmente legal, que tinha mesmo alguma utilidade e como as pessoas estavam enxergando tudo isso. Aí eu percebi que a vergonha – assim como uma porção de outros sentimentos – é algo que está somente dentro da nossa cabeça. Não depende de mais ninguém, só de nós mesmos.  E eu continuei. E continuei com um medo mais equilibrado em relação aos desafios que foram aparecendo, não só em relação ao blog, mas na minha vida pessoal.

O legal de insistir em superar dificuldades é que elas funcionam na vida exatamente como as fases de um jogo de videogame. Começa parecendo muito difícil, aí você enfrenta o primeiro obstáculo e quando chega no segundo, percebe que o primeiro na verdade não era tão difícil assim. Então você começa a perceber que o segundo obstáculo só é nível hard agora, mas ele também vai parecer fácil quando chegar na terceira fase. Conseguiu compreender o meu ponto? E o segredo é que o que está mudando não é a dificuldade em si, mas você. Você vai ficando mais forte.

Talvez eu já tenha dito antes, mas preciso de repetir que esse blog me ajudou a crescer de muitas maneiras diferentes, e isso por si só já fez valer a pena todo o tempo investido aqui. Então, obrigada por fazer parte disso clicando, salvando, descendo a barra de rolagem, lendo, assistindo, seguindo, comentando!  Talvez até nem seja muita coisa para você, mas significa o mundo pra mim. ♥

*Fotografias do final de semana passado*

Beijos! XO

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Cachoeira Poço Azul

Viagem
Um amigo meu está indo passar alguns meses em outro Estado e resolveu marcar a despedida dele em plena segunda-feira, nessa cachoeira maravilhosa – conhecida como poço azul. Fazia tempo que eu queria conhecer esse lugar e essa foi a oportunidade perfeita.
A distância do DF até a saída Norte em direção Brazlândia fica em torno de 50 km. Não é muito longe, mas boa parte da estrada é de terra. A cachoeira Poço azul fica dentro de uma propriedade e para entrar é necessário pagar R$8,00 reais se não me engano. Não pagamos porque não havia ninguém para receber nem na entrada e nem na saída (!?) e como desvantagem ganhamos a falta de informação de como chegar exatamente até o poço.


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Conseguimos ir de carro até uma trilha (bem complicada) e depois seguimos andando. Achamos uma cachoeira (foto acima), mas ainda não era o poço azul. Precisamos voltar até o começo da propriedade para descobrir o caminho certo e nessa volta quase o carro não sai do lugar por conta de uns buracos esquisitos no caminho. Ficamos com medo de acontecer a mesma coisa novamente e fomos para o poço azul andando, sob o sol de 14:00.

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Quase morri de felicidade quando mergulhei na água gelaaaaaaaada!

Cachoeira poço azul
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Acho que, já que cobram a entrada, poderiam fazer algo melhor em termos de estrutura. Li na internet e uma amiga me contou que o caminho é bem perigoso, que tem assaltos e coisas assim por lá. Com a gente foi bem tranquilo, tanto a ida quanto a volta, mas é bom ter algum cuidado, principalmente se você não é muito lá de aventuras (lá não pega internet, ok?).
A volta, caminhando até o carro, foi uma tortura. Era subida, continuava sol e esquecemos de levar água. Mas pra mim valeu a pena cada minuto. Torço para que lugares assim sejam melhor preservados e durem bastante tempo.
Beijo!