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O que eu achei do livro vocação para o mal

Livros

Vocação para o mal (título original em inglês career of evil) é o terceiro livro da série sobre o detetive Cormoran Strike, do autor Robert Galbraith (pseudônimo de J.K. Rowling).

Livros de suspense, principalmente suspense policial (olá amantes de Agatha Christie, Stieg Larsson, Conan Doyle e afins) raramente me decepcionam e, ao mesmo tempo, precisam de muitas coisas para me surpreender, que foi exatamente o caso de vocação para o mal.

Sinopse de vocação para o mal

Quando um misterioso pacote é entregue a Robin Ellacott, ela fica horrorizada ao descobrir que contém a perna decepada de uma mulher. Seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, fica menos surpreso, mas não menos alarmado (fonte: editora Rocco). Três suspeitos, trazidos do passado do detetive, passam a ser investigados, levando a narrativa para três histórias dentro de uma e explorando diferentes aspectos de crimes brutais.

Não consegui mais pausar a leitura

Precisei de um mês para concluir a leitura (com várias outras leituras em andamento), o que pra mim é um tempo bem curto para concluir um livro de 496 páginas. A história vai se desenvolvendo e você não apenas quer saber sobre quem enviou a perna – e porquê – mas também qual será o próximo passo do assassino e do detetive. Além disso, a narrativa vai envolvendo outros personagens interligados com os personagens principais e desenvolvendo mais sobre a vida deles também.

Gosto muito do personagem principal, o detetive Cormoran Strike. Robert Galbraith (que por sinal tem um site muito legal) criou uma história de vida para ele cheia de ganchos interessantes e dá vontade de descobrir mais não apenas sobre a parte policial, mas também sobre a vida pessoal dele, com relacionamentos conturbados, tanto amoroso como familiar.

Outra coisa bem legal desse livro em específico é que os capítulos tem trechos de música da banda Blue Öyster Cult, que envolvem toda a narrativa. Gosto muito de uma música deles “(don’t fear) the reaper” que tocou no final da segunda temporada de Orange is the new black e achei bem legal ir conhecendo as outras músicas enquanto lia a história.

Pontos negativos sobre a leitura

SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!!

Eu não lembro de nos outros dois livros dessa série – O chamado do cuco e o bicho-da-seda – o relacionamento da Robin com o Strike estar caminhando tanto pra um romance. Isso foi um ponto que me incomodou muito (opinião completamente pessoal, ok?) porque eu via a Robin como uma personagem muito sensata e profissional e, embora o noivo dela seja um personagem bastante intragável (sempre achei), nunca pensei que funcionaria uma paixão entre ela e o detetive. No máximo, um casinho. E justo nesse livro, tanto ela quanto o Strike tem uns momentos muito patéticos e que não parecem encaixar direito com o que eu já tinha de contexto sobre os dois.

Achei um pouco forçada a possibilidade de um relacionamento entre os dois.

Vocação para o mal tem muitas críticas relacionadas com feminicídio, o que é ótimo! Especialmente considerando-se alguns posicionamentos polêmicos da J.K Rowling. E então surge uma rivalidade feminina um tanto desnecessária, por causa de um homem (surprise surprise), com uma personagem que nem chegou a ser desenvolvida, que apenas é colocada na história como “vilã”, a mulherzinha vaziaquedormiucomfulano e quer destruirorelacionamentodaciclana.

Quem é que tem paciência pra isso em 2020?

Sobre o suspense em si, eu geralmente não sou muito exigente pra que a história tenha todos os pontos muito bem fechados. Ainda assim achei que alguns desfechos (lembre que são três casos dentro de uma história só) foram muito bobos considerando que o plot foi tão bem desenvolvido no começo e no meio.

Minha limonada favorita com limão siciliano e hortelã acompanhando minha leitura no dia das fotos para esse post

Apesar de todas essas considerações negativas, quando eu finalizei o livro fiquei super triste pensando que ainda teria que esperar muito até o próximo livro ser lançado. E fiquei MUITO feliz quando logo depois descobri que na verdade já havia sido lançado e traduzido para o português, e já estou lendo o quarto livro: branco letal (consegui o e-book na amazon por R$13,00).

Links para comprar Vocação para o mal:

Em português: Amazon | Em inglês: Book depository

Esse post contém links de afiliado. Caso você efetue alguma compra seguindo os links, uma pequena porcentagem vai para o blog.

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Resenha: Maus

Livros

No post de hoje eu resolvi escrever uma resenha (e encher com essas fotos que eu amei tirar e editar) dessa história em quadrinhos que demorou muito a me interessar e me deixou aos prantos em várias páginas. “Maus” é uma espécie de biografia dentro de biografia em que o autor descreve o cotidiano dele, no momento em que a história está sendo escrita, principalmente a relação complicada que ele tem com o pai – um judeu polonês que vivenciou o holocausto em campos de concentração – de quem a história realmente trata.

Eu já comentei uma vez que tenho muita dificuldade de ler histórias em quadrinhos. Não sei se eu tenho algum problema de distração, mas ou eu olho o desenho ou eu leio (e geralmente eu acabo só olhando o desenho). Por essa razão, o único quadrinho que eu lembro de realmente aproveitar a leitura nos últimos anos foi peanuts. Comecei a ler “Maus” mais ou menos pela mesma razão que há 16 anos eu li “A metamorfose” do Kafka: tédio.

O livro estava à disposição e eu não tinha vontade de fazer mais nada, então li uma página, depois outra e quando eu me dei conta, estava muito chateada com um personagem da história. E conforme a leitura ia avançando, mais sensível e séria a história foi se tornando, e os personagens foram ficando cada vez mais complexos. Uma das coisas que eu achei interessante e que por si só já vale a leitura, é que a história mostra a vida do Vladek (o pai) antes, durante e depois da guerra. Não é simplesmente uma história sobre o Holocausto, é uma história muito realista sobre alguém que sobreviveu a ele. Mas além disso, tem os desenhos maravilhosos do Art Spiegelman, que colocou os personagens de diferentes etnias como diferentes animais, o que torna os episódios mais fáceis de serem compreendidos e alivia um pouco o peso durante a leitura de imaginar humanos passando por todo aquele sofrimento. Acho muito importante leituras desse tipo porque ajudam a abrir a mente para problemas que nós enfrentamos agora.

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Se você já leu ou depois que ler, não esquece de deixar um comentário me contando o que achou!

LEIA TAMBÉM: Resenha de Eleanor e Park | A imortalidade – Milan Kundera | A coisa terrível que aconteceu com

Um beijo e até o próximo :*

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Neybers

Algumas notas sobre

Neybers é um aplicativo grátis para iPad que permite a criação de ambientes em imagens realistas em 3D. Tenho criado ambientes com um conceito bem semelhante desde que criei esse blog – as colagens – mas para isso sempre utilizei o polyvore. Fiquei sem computador por alguns dias na semana retrasada e acabei descobrindo esse app, então resolvi testar para ver se ele poderia ser uma ferramenta útil para os meus projetos. Aqui estão os meus prós e contras:

P R Ó S :

  • Os “bloquinhos” disponíveis para uso já tem o fundo transparente, então você não precisa ter o trabalho de editar cada imagem que colocar no seu cenário e vários “blocos” tem mais de um ângulo, então é possível colocar a mesma cadeira de frente e de costas, por exemplo.
  • É um aplicativo, então basta estar com o seu iPad e você conseguirá criar os cenários (isso é muito legal para aqueles momentos de sala de espera, sabe? haha)
  • Dá pra mudar a iluminação do cenário apenas apertando as opções disponíveis em lighting.
  • Os “blocos” estão separados não só por categoria, mas por cor e também por estilo (achei isso muito prático)
  • No final você consegue escolher se vai salvar a imagem inteira ou se quer cortá-la. Dá pra salvar direto para a galeria de imagens ou pode compartilhar nas redes sociais. Ah, eles ainda tem uns filtros se você quiser editar a imagem final mais ainda.
  • Funciona como uma espécie de rede social de design de interiores. Você pode seguir outros criadores e ser seguido. Suas criações podem ser curtidas e você pode curtir a dos outros. Aliás, alguns “blocos” só podem ser trocados por moedas do próprio app e para conseguir essas moedas, você precisa cumprir algumas tarefas de interação (comentar, curtir, seguir…) e isso é bem interessante, não é?!

C O N T R A S :

  • Não dá pra importar os seus próprios “blocos”! No meu caso isso é ruim porque gosto de usar vários produtos que são design brasileiro ou que eu mesma desenhei e no Neybers fico limitada a usar apenas o que está disponível na biblioteca deles (é muita coisa e eles sempre acrescentam coisas novas, mas pra mim nem sempre vai ser suficiente).
  • É um aplicativo e não tem uma versão para a Web. É legal para usar na sala de espera, mas se você se sente mais à vontade com o mouse (assim como eu), não vai conseguir utilizar apenas ele para criar seus conceitos.
  • Só está disponível para iPad : (

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Criei esse cenário só para fazer o post. O ambiente era meio pesado e escuro, então eu resolvi colocar elementos um pouco mais coloridos. Sou apaixonada pelo design dessa mesa de centro e amei o tapete cheio de formas geométricas aleatórias! Talvez depois eu trabalhe mais esse cenário : P

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Se você conhece outro aplicativo legal, pode indicar em um comentário! Ou fique à vontade para sugerir novos temas de posts 🙂

Um beijo!

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Resenha do livro A imortalidade de Milan Kundera

Livros

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“- Imagine que você tenha vivido num mundo em que não existissem espelhos. Você teria sonhado com o seu rosto, o teria imaginado como uma espécie de reflexo exterior daquilo que se encontra em você. E, depois, suponha que com quarenta anos tenham te estendido um espelho. Imagine seu espanto. Teria visto um rosto totalmente estranho. E compreenderia nitidamente aquilo que recusa a admitir: seu rosto não é você.”

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O livro “A imortalidade” de Milan Kundera, é mais um desses livros que eu precisava ler e li no momento certo. O livro é do mesmo autor de A insustentável leveza do ser, inclusive foi por isso que ele me chamou a atenção. O estilo do Milan Kundera é muito marcante, é como se o narrador de repente se transformasse em alguém que está conversando com você sobre os assuntos mais inesperados possíveis e de maneira brilhante.

A história trata exatamente sobre a ideia de imortalidade, o medo que praticamente todos nós temos de sermos esquecidos. Tem vários personagens e várias histórias dentro de uma só, mas que se conectam de alguma forma. Passa longe de ser um livro feliz, daqueles que você termina mais otimista sobre a vida. Pelo menos eu não senti nada disso, pelo contrário. É tudo muito realista e às vezes a realidade é tudo aquilo que a gente não quer. No final você percebe que absorveu coisas da história dos personagens, da história do próprio autor e um pouco mais de você mesmo. É uma leitura profunda e madura.

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A minha edição é da Companhia das letras e eu comprei na Fnac. Eu já tinha procurado pela internet mas não encontrei nenhum lugar pra comprar, então fiquei muito empolgada quando encontrei o livro na estante da livraria, com capa dura e essa ilustração que eu acho linda (♥). Custou R$54,00 e em resumo: valeu a pena.

Beijos e até mais!

A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket

Livros

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Essa é a história de Barnaby Brocket, um garotinho que flutua, mas nasceu em uma família que odeia anormalidades.
Fiquei curiosa (e apaixonada) para ler esse livro desde que vi a sinopse pela primeira vez lá no skoob. É um livro voltado para crianças, na verdade, e nos primeiros capítulos eu achei que fosse ficar um pouco decepcionada. Mas é possível ficar decepcionada com o John Boyne? Bom, o fato é que a história desenvolve de uma maneira muito inspiradora e eu amei o final. O livro tem metáforas/lições muito interessantes e bem construídas sobre como lidar com coisas fora da nossa zona de conforto – aquilo que a gente acha anormal – e como as nossas ações afetam as pessoas. Vou ler essa história para os meus filhos todos os dias antes de dormir (quando eu tiver filhos lol) mas também deixo a dica pra vocês porque é um livro encantador!
O que eu amei mais ainda no livro impresso é que a cor do texto inteiro é roxa e ele é cheio de ilustrações, sem falar nos cartões postais que aparecem em alguns capítulos…
PS: Perry participou das fotos em homenagem ao Capitão W. E. Johns hehe
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Meta de 100 livros em um ano

Livros

Em meados de Março desse ano eu comentei em um post que ia seguir uma meta de ler 100 livros em um ano. Um objetivo um pouco ousado considerando que três meses já haviam passado nesse momento… mas pelos meus cálculos eu ia conseguir se lesse mais ou menos 11 livros por mês. Eu só não previ que alguns livros seriam muuuuuito longos e não contei com os meus dias de preguiça, em que eu simplesmente não estava afim de ler/ver/ouvir nada (hehe).

Mas eu não desisti. Fui aproveitando a experiência conforme o meu próprio ritmo e estou muito orgulhosa disso. Acho que eu nunca mais vou conseguir ficar sem ler nada. De certa forma eu gostei de todos os livros dessa lista (só não tive paciência para terminar o livro 37), mas resolvi marcar com 3 corações aqueles que realmente mexeram com as minhas emoções, e com 1 coração aqueles que me encantaram. Coloquei link nos livros que já resenhei/comentei.
  1. Percy Jackson e o ladrão de raios (Rick Riordan)
  2. Cem anos de solidão (Gabriel Garcia Márquez)
  3. O oceano no fim do caminho (Neil Gaiman) ♥
  4. Nudez mortal (J. D. Robb)
  5. Van Gogh – A vida (Naifeh e Smith)
  6. A insustentável leveza do ser (Milan Kundera) ♥♥♥
  7. A culpa é das estrelas (John Green)
  8. A história dos quartos (Michelle Perrot)
  9. Clube da luta (Chuck Palahniuk) ♥
  10. A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket (John Boyne)
  11. Morte súbita (J.K. Rowling) ♥♥♥
  12. Garota exemplar (Gillian Flynn)
  13. Assassinato no expresso oriente (Agatha Christie)
  14. Todo dia tem uma merda (Izzy Nobre)
  15. Memórias de minhas putas tristes (Gabriel Garcia Márquez)
  16. O palácio de inverno (John Boyne)
  17. Holocausto brasileiro (Daniela Arbex)
  18. Eleanor e Park (Rainbow Rowell) ♥♥♥
  19. Bonequinha de luxo (Truman Capote) ♥
  20. O exorcista (William Peter Blatty)
  21. O pistoleiro (Stephen King)
  22. O morro dos ventos uivantes (reli) (Emily Brontë)
  23. Guia prático de marketing
  24. A arte de escrever (Athur Schopenhauer)
  25. O que aprendi sobre redação e posso lhe ensinar (Hilton Gorresen)
  26. Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios (Marçal Aquino) ♥♥♥
  27. Um dia (David Nicholls)
  28. Harry Potter e a pedra filosofal (J.K. Rowling)
  29. Harry Potter e a câmara secreta
  30. Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban
  31. Harry Potter e o cálice de fogo
  32. Harry Potter e a ordem da Fênix
  33. Harry Potter e o enigma do príncipe
  34. Harry Potter e as relíquias da morte
  35. Os homens que não amavam as mulheres (Stieg Larsson) ♥
  36. Era uma vez uma utopia (Marcelo Nahon)
  37. O retrato de Dorian Gray (abandonei a leitura no meio) (Oscar Wilde)
O legal disso tudo, além das coisas que eu aprendi com os personagens, é que eu tenho várias coisas novas pra conversar com as pessoas – e comigo mesma. Às vezes, sem querer, antes de dormir eu começo a refletir sobre o que fulano fez no livro tal e fico pensando o que eu faria em uma situação parecida e etc. Melhor do que ficar lembrando das fofocas sobre a vida dos outros, julgando o que não é da minha conta…
E acho incrível poder me identificar com as ideias dos autores porque isso me fez sentir menos sozinha do que eu me sentia. Sabe quando você se pergunta se é a única pessoa no mundo com aquela mania bizarra e não tem coragem de contar pra ninguém? Pois é. Em mais de um livro eu encontrei coisas assim e isso está me fazendo ser uma pessoa mais leve, menos preocupada com as minhas esquisitices. Fui criada em um meio muito religioso e eu não podia ler coisas como “Harry Potter” porque tinha magia, a minha edição de “o morro dos ventos uivantes” tem uma capa que lembra aqueles livros de romance erótico e a minha mãe tinha a maior agonia sempre que me pegava lendo. “O exorcista” então? nem pensar! Eu estava muito curiosa para saber o que todos esses livros tinham de tão secreto. Agora tudo o que eu posso afirmar é que eu tenho em mim um pouquinho de cada um deles. E quero mais.

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Barnaby

Beijos!

Como sobreviver após Eleanor & Park

Entretenimento

Thyeme-Figueiredo
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Gente, que livro! Sabe quando você sente a necessidade de consumir uma coisa que acha que ainda não foi inventada? Era exatamente assim que eu estava me sentindo antes de começar a ler esse livro. Eu queria um romance que fosse tão fofo, tão sexy e que fosse tudo o que Eleanor & Park é.

Não lembro como foi que eu ouvi falar dele, mas fiquei curiosa desde o princípio. Sei lá, eu tinha essa impressão de que ia ser uma história legal. O livro é divido em partes, ora é sobre o que a Eleanor está pensando e sentindo, ora é sobre o Park.  Dois personagens incríveis. Normais, mas incríveis. Assim como a gente pode ser, às vezes.

É sobre quando você se apaixona por alguém, mas não sabe direito como agir e pensa o tempo inteiro sobre o que aquela pessoa vai pensar de você, sobre o que vai acontecer. A Rainbow Rowell soube transformar todo esse nervosismo, que tem o seu lado bom e ruim, em algo lindo, pura poesia.

Eu ficava batendo o livro na minha cara em alguns capítulos, literalmente. Queria me descabelar e tive um pouco de medo de não gostar do final, mas eu amei tudo. Quero dividir o livro em vários para poder distribuir entre todo mundo que eu conheço (por isso esse post, inclusive). Depois dessa leitura eu acho que vou ser eternamente apaixonada, por nada e por tudo. É assim que estou sobrevivendo e não está nada mal.

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Se você já leu, não esquece de trocar uma ideia comigo em um comentário!
Beijo,

Thyeme Figueiredo

O novo luxo

Entretenimento

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Livro o novo luxo
Livro o novo luxo

Esse post é a parte final de uma “série especial” em que me comprometi a ler três livros em três meses. O primeiro livro foi o Blog inc e o The perfectly imperfect home, ambos em inglês. O livro do post de hoje eu comprei durante o design weekend no ano passado e só me custou 20 dilmas. É um livro muito bom pra ter custado tão pouco, acho que tive sorte. O livro é como se fosse uma reunião de artigos sobre os hábitos de consumo e ele esclareceu algumas dúvidas que eu tinha sobre propagandas de marcas muito luxuosas, por exemplo (acho tão interessante entender por que isso e aquilo funciona desse ou daquele jeito!). Em certo momento, destaca mais o consumismo no campo da moda para seguir falando sobre o mercado da joalheria, da arte do design: Muito interessante pra quem estuda qualquer uma dessas áreas!

Meus capítulos preferidos foram “O luxo na arte” e “Contemporaneidade; do luxo ao lixo”. Durante a minha leitura, lembrei muito da história “Os delírios de consumo de Becky Bloom”…Link do site buscapé com os lugares onde eu encontrei o livro para vender: O novo luxo. (clique)

Espero que gostem da dica e façam uma boa leitura!
Um beijo,

Thyeme-Figueiredo