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Visitei a exposição paisagens de Van Gogh

Arte

No final de Outubro tive a oportunidade de visitar a exposição “Paisagens de Van Gogh“, instalada no shopping Iguatemi aqui de brasília. Van Gogh foi o primeiro artista que me fez ter interesse por pinturas, lá pelos meus 11 anos, quando ganhei de um tio um quebra-cabeça com uma montagem de 10 obras dele. Já gravei um vídeo resenha sobre a biografia dele (dos autores Steven Naifeh e Gregory White Smith) lá no canal e recomendo muito a leitura dessa biografia para quem se interessa mais profundamente pela história do Van Gogh e de suas pinturas. Aqui nesse post vou deixar algumas fotografias que fiz na exposição e comentar um pouco sobre o que eu achei.

Ah, ainda dá tempo de visitar! A exposição vai até o dia 17 de Novembro.

Em referência a obra Flores de amendoeira, de fevereiro de 1890, óleo sobre tela.

Visitar exposições de artistas famosos é uma experiência muito legal e mesmo que eu esteja com a consciência pesada, enquanto estudante de arte, de não estar visitando exposições de artistas contemporâneos meus, acho incrível que existam exposições mais “chamativas” para o público em geral e com entrada gratuita. O local da exposição é que não é nada acessível por conta da distância e até mesmo do preço dos lanches dentro do shopping (não tem outro lugar por perto, fora do shopping, para comer, por exemplo, e também é difícil chegar lá de transporte público) e isso é um ponto negativo.

Mas vamos falar de coisa boa: vamos falar da imersão nas obras. A instalação estava bem interessante porque você podia passar de um ambiente a outro como se estivesse passeando pelas obras dele. Dentro de cada espaço havia um quadro explicativo da obra (que, vamos ser honestos, ninguém lê), mas também havia recursos audiovisuais, narrações tocando e os mediadores estavam bem dispostos a tirar dúvidas.

Achei legal os detalhes do cenário logo na apresentação da primeira obra da exposição – Campo de trigo com corvos, de Julho de 1890 – com as silhuetas dos corvos da pintura pendurados no teto como se tivessem saído da tela. Mas não gostei de ver as pinceladas em movimento porque eu acho que a obra fala por si.

Meu espaço favorito foi a sala onde você coloca um óculos VR e pode andar e explorar a obra O café noturno na Place Lamartine em Arles, de Setembro de 1888. Eles estabeleceram um tempo muito curto para essa sessão e eu não consegui “andar” muito pelo espaço, mas fui o suficiente para passar pela Cadeira de Vincent com seu cachimbo, de dezembro de 1888, que é uma das obras que eu tenho mais apego e que é uma pintura separada, então foi uma surpresa encontrar ela dentro da proposta de passear pelo Café noturno.

Encontrei o vídeo de imersão no youtube, mas achei que a experiência em si é diferente e mais divertida porque você pode decidir pra onde vai andar ou olhar. Mas fica aí o vídeo para quem não puder visitar.

Ainda tinha uma sala de projeções e outra cheia de espelhos, além da possibilidade de no final poder tirar uma fotografia “pintada” com as mesmas pinceladas pelas quais o Van Gogh ficou tão famoso.

Na sala espelhada da exposição paisagens de Van Gogh

Se puder visitar a exposição “paisagens de Van Gogh” não esquece de deixar um comentário aqui depois me contando o que achou (s enão puder, conta o que achou do post hehe). Beijos e até o próximo!

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Exposição Frida Kahlo

Arte

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No final do mês de Maio eu fiz uma visita à exposição da Frida Kahlo no CCBB Brasília e fiz algumas fotografias para compartilhar a experiência aqui no blog mas acabei nunca postando…até agora. Na verdade, a exposição não era apenas da Frida Kahlo e sim uma coletânea de obras de artistas mexicanas surrealistas – todas mulheres. Achei isso muito legal porque, embora algumas das pinturas mais importantes da Frida não estivessem presentes, tive a oportunidade de conhecer outras artistas maravilhosas e menos famosas.

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Um episódio durante essa visita me fez repensar sobre a minha postura enquanto expectadora das coisas. Fui empurrada para o lado enquanto observava uma pintura porque uma mulher estava tirando fotos da filha (de uns 9 anos mais ou menos) perto de todos os quadros e “a bateria do celular já ia descarregar”. Assim, existe tanta necessidade de guardar cada segundo em fotografia? Eu mesma já estava ficando viciada em tirar as fotos e logo em seguida olhar para ver se a foto ficou boa ou não e acabava me distraindo e perdendo a experiência, que é basicamente ver as obras de perto. Afinal de contas, se for para olhar as fotografias nem precisa de visita, basta abrir o google imagens, não é? Isso me fez largar um pouco de lado o celular e prestar mais atenção (por isso não tenho muitas fotos aqui no post).

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Logo após visitar a exposição eu comecei a ler a biografia da Frida Kahlo (escrita por Hayden Herrera) e admito que só assim eu consegui entender alguns aspectos da pintura dela que antes me deixavam um pouco angustiada (pra ser mais específica, as representações do Diego Rivera). As obras dela são muito pessoais e carregadas de significados, o que torna tudo mais interessante na minha opinião.

Sobre a exposição em si, segue trecho do folheto distribuído para os visitantes:

“Esta parcela da produção mexicana realizada por mulheres que traçaram uma visão potente do país recorrendo a questões oníricas, subjetivas e de raízes populares, sugere características de um surrealismo muito diferente daquele daquele observado nos países onde essa expressão já está mais domesticada.”

Rosa-Rolanda-autoretratoAcima, pintura de Rosa Rolanda – uma das minhas preferidas da exposição
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Alguns trajes típicos que a Frida Kahlo costumava usar estavam expostos. Eles eram enormes, coloridos e lindos. Descobri lendo a biografia que ela não os usava simplesmente pra ter um estilo marcante ou apenas pra reforçar as suas origens, mas para disfarçar os defeitos do próprio corpo. Ela sofreu um acidente de ônibus no começo da adolescência que trouxe sequelas com as quais ela teve de lidar pelo resto da vida. Na exposição também estavam presentes algumas das pinturas que ela fez sobre aborto.

E por fim, vou deixar uma lista com o nome das outras artistas presentes na exposição:

Até o próximo post!

Exposição segredos do egito em Brasília

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Cleopátra Sempre fui curiosa sobre a história e cultura do Egito. Quando eu era criança, inclusive, adorava um documentário que sempre passava na TV e falava sobre as escavações e ~maldições~ dos Faraós (haha). Hoje em dia gosto também de sua história arquitetônica. Daí que na semana passada, quando fui assistir ao filme “Frozen”, descobri que essa exposição estava aberta na praça central do shopping. No dia que eu fui tinha muita gente, então acabei não conseguindo fotografar outras peças interessantes, mas a exposição está muito legal e não é composta só por réplicas, eles trouxeram alguns objetos ORIGINAIS!
A exposição permanece até o dia 9 de fevereiro de 2014 na praça central do park shopping e a entrada é gratuita. Depois de Brasília a exposição segue para Minas Gerais, São Paulo, Ribeirão Preto e Porto Alegre. Mais informações, fotos e curiosidades no site segredos do egito.
Um beijo,