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Meu processo criativo em uma ilustração

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Quase não acreditei quando olhei para o calendário e descobri que fazia mais de um mês desde que eu publiquei o último post, que era justamente falando sobre retornar a frequência constante de posts por aqui.

Então, para evitar que essa ausência se estenda por mais tempo, decidi mostrar uma ilustração que eu finalizei ontem e escrever um pouquinho sobre o meu processo.

Saindo do bloqueio criativo

Eu tive um bloqueio criativo geral nas últimas semanas e abandonei temporariamente praticamente todos os meus hobbies. Acho que só mantive uma lembrança de “vida normal” porque me dediquei muito ao meu trabalho.

Voltar a desenhar e pintar exigiu um pouco de esforço, mas quando eu começo, o processo todo costuma me fazer muito bem, então sempre vale a pena o esforço, mesmo quando não estou muito afim.

Eu tentei recomeçar fazendo sketchs todos os dias. Pelo menos um esboço completo, só com lápis mesmo, em um sketchbook pequeno (A6). Encontrei o livro da Heikala em promoção – ainda foi caro, mas o preço estava mais baixo do que antes – e essa compra foi um acerto porque o livro me deu o empurrão que eu estava precisando nesse momento para voltar a praticar desenho e para continuar estudando.

De onde surgiu a ideia

Eu não sei se vai ser sempre assim, mas as melhores ilustrações que eu já fiz até agora, incluindo essa do post de hoje, surgiram em sonhos.

A ideia surge em algum momento enquanto eu estou dormindo e eu tenho sempre um impulso de querer levantar e pelo menos anotar a ideia, senão fazer logo um rascunho, mas quase nunca levanto e, às vezes, a ideia fica na minha cabeça por vários dias até que eu faça algo com ela.

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Essa é a ilustração editada, com as nuvens mais brancas e um contraste maior entre os elementos

Acredito que é uma combinação das coisas que eu vejo e penso, na verdade eu li isso em algum lugar, algo assim sobre o processo criativo. Tive um sonho com a personagem deitada em uma nuvem no estilo de balão utilizado em quadrinhos para expressar pensamento, numa espécie de loop onde os pensamentos dela eram a nuvem onde ela se apoiava (?!).

Cometi erros em várias coisas e o resultado final ficou um pouco diferente do que eu queria expressar, achei que a ideia não ficou clara, então eu trabalhei essas alterações no computador.

Eu sonhei com a personagem deitada em uma nuvem no estilo de balão utilizado em quadrinhos para expressar pensamento, numa espécie de loop onde os pensamentos dela eram a nuvem onde ela se apoiava.

O meu objetivo é praticar bastante e aprender o suficiente pra conseguir trabalhar os meus “erros” sem depender de tecnologia. Gosto de arte digital, inclusive é algo que eu também quero fazer, mas como o meu foco agora é arte tradicional, mais especificamente com aquarela, é importante pra mim que eu consiga executar bem a técnica, mesmo que eu não consiga o resultado que eu quero de primeira.

Essa é a aquarela original, sem nenhuma edição, nenhum filtro (eu escaneei)

Então acho que eu vou editar no computador sempre que sentir vontade, mas pretendo refazer o desenho até ficar boa (ou morrer tentando haha).

Até o próximo! T

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Realidade distorcida

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Essa é uma gravura que eu fiz em 2017 na aula de… gravura. Não lembro de já ter compartilhado ela por aqui, mas ela virou uma das capas do planner de estudos que desenhei ano passado para a Diário Estranho.

Pra mim essa gravura tem muitos significados e representa muitas coisas, mas não pretendo falar sobre isso porque uma das coisas mais legais sobre arte que eu aprendi nesses anos de estudo, é que qualquer pessoa pode entender e interpretar o que quiser de uma obra.

E tudo bem. Isso significa que podemos experienciar as obras de arte sem a necessidade de qualquer conhecimento prévio a não ser a vida por si mesma. Não, não precisa ler nenhum livro de história da arte, nem saber quem foi o pintor x ou y ou porque ele usou amarelo ou preto. É mais sobre o que você vai absorver daquilo do que sobre qualquer outra coisa.

E eu já perdi as contas de quantas vezes eu ouvi as músicas do Elliott Smith e de quantas vezes descobri algo novo nessas repetições. Todos os tipos de arte acho que possuem um pouco de mágica.

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Another day

Fotografia
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Na última semana eu fiquei muito ocupada com trabalho e não consegui me organizar direito para publicar os posts aqui no blog. Eu tive horas livres, é claro, mas tive um bloqueio criativo e as ideias para a montagem dos posts simplesmente não fluíram.

Então eu decidi fazer coisas diferentes para me manter inspirada e comecei um projeto que estava engavetado há um tempão, por hobbie mesmo. Agora acrescentei mais uma coisa para as zilhões de outras tarefas que eu já tenho, mas estou fazendo tudo no meu próprio tempo e consegui equilibrar bastante a pressão que eu costumo colocar em mim mesma para ser produtiva.

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Errei na edição das fotografias

E para o post de hoje separei algumas fotografias que fiz no mês de Abril, já nesse período de isolamento social. Minha ideia com essas fotos era fazer um experimento com o reflexo do espelho e brinquei um pouco com a imagem distorcida e com o conceito de perfeição, como nos vemos, como as pessoas nos veem…

Usei essas fotos para estudar tratamento de pele com separação de frequência na edição no photoshop, e não sei onde eu errei, mas as fotos ficaram muito esquisitas. Aí eu levei as fotos já inicialmente tratadas para o celular e finalizei a edição com o VSCO, que é onde geralmente edito as minhas fotos em série, porque assim como no lightroom, no VSCO dá para copiar todo o tratamento utilizado em uma foto e colar nas outras.

Ainda não aprendi a mexer direito no lightroom, mas quero muito entender como o programa funciona porque agora eu tenho um monitor grande e um computador bom, então é uma delícia editar as fotografias nessa máquina.

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Alguma coisa ficou errada na minha tentativa de tratar a pele com separação de frequência no photoshop nessas fotografias

Apenas outro dia

Enquanto eu escrevia esse post, começou a tocar “another day” do Paul MacCartney, e eu achei que tinha tudo a ver com o que eu queria expressar com esse post, além do tema fotografia. Tem sido exatamente isso, não é? Apenas outro dia, um dia após o outro, menos um dia, mais um dia.

Every day she takes a morning bath she wets her hair

Wraps a towel around her as she’s heading for the bedroom chair

It’s just another day

At the office where the papers grow she takes a break

Drinks another coffe and she finds it hard to stay awake

It’s just another day

Another day – Paul McCartney

Eu sinto que me acostumei com o isolamento, porém, nos momentos em que vejo alguma notícia ou começo a pensar no que realmente está acontecendo, surge um leve pânico e eu fico um pouco (muito) perdida. Daí preciso respirar, meditar e seguir o dia como se tudo estivesse normal. Não está fácil para ninguém e para algumas pessoas está ainda pior, então estou me esforçando para ser mais grata do que consumida pelo desespero.

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Espero que esteja tudo bem com vocês! Quando eu descobrir onde eu errei na separação de frequência, faço um post tutorial 🙂

Um beijo e até o próximo post!

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Aplicativo para focar nos estudos

Entretenimento Slide

No final do mês passado descobri um aplicativo para focar nos estudos, o Study bunny, enquanto procurava por uma ferramenta de pomodoro mais completa do que a que eu já usava.

Normalmente eu gosto de aplicativos bonitos, mas minimalistas. Não gosto de perder tempo tendo que aprender mil funções de um aplicativo que supostamente deveria facilitar a minha vida. Mas depois de tantos dias sem contato social e com tanto tempo “livre”, eu comecei a procurar por apps mais fofinhos, que me proporcionassem um pouco mais de diversão e me inspirassem.

Baixei o study bunny e outro aplicativo de pomodoro mais completo (que salve os registros dos meus pomodoros e me permita definir várias tarefas diferentes) para testar e ver de qual eu gostava mais. Acabei me apaixonando pelos dois! E decidi manter o aplicativo study bunny apenas para focar nos estudos e o Focus To-Do (vou falar sobre ele em outro post) para trabalho e outras tarefas que exijam concentração e controle de tempo.

LEIA TAMBÉM: Apps para produtividade | 10 canais para estudar desenho e pintura

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Por que eu utilizo o método pomodoro

Para quem não conhece, pomodoro é um método de gerenciamento de tempo, onde cada sessão – tradicionalmente de 25 minutos cada – se divide em pequenos intervalos de tempo.

Eu me habituei a utilizar essa técnica porque tenho muita dificuldade de foco e me distraio muito fácil com as tarefas, pulando de uma tarefa para outra sem nem mesmo ter completado a anterior. Ou então concentro tanto em alguma coisa que esqueço de coisas básicas, como comer (!) ou beber água. Também estava sentindo muitas dores no ombro no final do dia, após passar longos períodos sentada em frente ao computador, com uma postura péssima.

Usar o método pomodoro me obriga a levantar a cada intervalo, a esquecer o celular em momentos que preciso de concentração, a finalizar mais tarefas e agora tenho o registro de quantos pomodoros precisei para cumprir x ou y tarefas.

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Nomeei o meu coelho de Timóteo e a brincadeira ficou mais pessoal (não quero que o meu coelho esteja triste no final do dia, até uma lágrima escorre dos olhos dele…)

Fofinho porém prático para focar nos estudos

O diferencial do study bunny, na minha opinião, é a necessidade de manter o seu coelho feliz (quem aí lembra dos tamagotchi?), alimentando-o com horas de estudo. Achei que eu não iria ter paciência de brincar com o coelho, mas bastou dar um nome pra ele, que eu comecei a investir mais tempo em cumprir as minhas horas de estudo diárias.

Gosto de ter a opção de comprar coisinhas pro coelho com as moedas coletadas a cada sessão de estudo. Repara só na máscara que o Timóteo está usando! *-*

Em termos de praticidade, tudo é muito fácil de aprender a utilizar. É possível configurar tanto as horas totais do termômetro de tempo, quanto as horas de cada sessão de estudo e os intervalos. Amei que posso criar tags de cor para cada tópico diferente de estudo e esses tópicos aparecem em um relatório bem organizado.

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Tags coloridas para contabilizar diferentes tópicos de estudo
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Relatório organizando incluindo as tags personalizadas
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A pior função no aplicativo study bunny

A função que menos gostei nesse aplicativo e que faz um pouco de falta, é a de criação de listas. É possível criar listas, mas não dá pra separar por tópico, nem adicionar sublistas. E depois que você dá o prazeroso “check” em um tópico da lista, a tarefa não some. Essa área poderia ser mais explorada.

Eu uso a versão grátis desse app e ela supre bem as minhas principais necessidades, superando as expectativas. Mas a função de listas continuo usando no meu planner de papel e em outros aplicativos.

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Não gostei muito da função de listas porque ela é extremamente simples, mas ela existe

E os flashcards? Tem! E esse dá para separar por tópicos que você mesmo pode criar, além de poder “jogar” com os flashcards criados. Isso ajuda muito a memorizar.

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O aplicativo ainda tem flashcards que podem funcionar como um jogo de memorização
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As coisas da lojinha você compra com moedas acumuladas a cada sessão de estudo
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Download

App Store | Play Store

Se você já usa algum outro aplicativo legal para focar nos estudos, não esquece de deixar um comentário para compartilhar comigo!

Beijos e até o próximo post! T

O melhor de Abril

Diário
dalgona
Café Dalgone, o meu favorito de Abril
aniversario-na-quarentena
Aniversário do André
aquarela-floral
Aquarela que criei durante Abril

ATUALMENTE

Li/Lendo – Matisse – Hilary Spurling | Orlando – Virginia Woolf (esse foi um projeto de leitura coletiva do canal Ler antes de morrer, onde eu deveria ter finalizado os 6 capítulos hoje mas ainda estou no terceiro) | Determinada a não começar nenhum livro novo enquanto eu não terminar a leitura dos outros, pelo menos, 15 livros em andamento lol.

Assistindo – REASSISTINDO pela milésima vez: Friends. E é impressionante o quanto a maioria das piadas perdeu a graça (sexistas, gordofóbicas, homofóbicas e etc.). Mas a história ainda é bem legal e ainda gosto muito dos personagens.

Ouvindo – Eu ouvi várias coisas aleatórias durante o mês de Abril e confesso que estou bem enjoada de todas as minhas playlists, mas gostei bastante de um álbum que ouvi pela primeira vez esse mês, o Fush Yu Mang (20th Anniversary Edition) do Smash Mouth. Uma música que tem me animado, que é uma das poucas que não enjoei, é Rock the casbah, do The Clash.

Fiz – Estou fazendo uma aula EAD, que virou projeto de extensão na verdade, e toda semana tenho experimentado novos materiais para produzir arte, o que está sendo bem legal (às vezes um pouco frustrante, mas faz parte). Continuei o projeto de Bullet journal no IGTV/Instagram da Diário Estranho e fiz também vários estudos de aquarela.

Aprendendo – Se teve uma coisa que eu aprendi esse mês, foi a ter auto-controle, lidar com a minha ansiedade e ser mais paciente. Acho que já me acostumei com o isolamento, mas em alguns dias eu só sinto vontade de arrancar os meus cabelos. Vários familiares meus foram infectados com coronavírus e foi muito difícil conseguir leito no hospital e a situação foi ficando grave (ainda não está boa, pra ser sincera). Então, como eu estou longe de toda a minha família (eles oram em Belém-Pará e eu em Brasília) não tem nada que eu possa fazer fisicamente e não terá nada que eu possa fazer também, nem à distância, se eu ficar mal emocionalmente por aqui.

Planejando – Continuo focando no meu trabalho, pensando em quando as coisas voltarem um pouquinho ao “normal”. Mas fora isso, acho que não tenho conseguido planejar absolutamente mais nada, nem consigo pensar nisso, tá sendo bem um dia de cada vez pra mim.

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Orlando- uma das minhas leituras desse mês

Espero que Maio traga coisas boas e mais saúde…

Até o próximo!

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Dicas para decorar e organizar a cômoda

Algumas notas sobre

Esse post está cheio de dicas para decorar e organizar uma cômoda porque eu mesma, uma designer de interiores, estava com esse móvel bagunçado, difícil de limpar rapidamente e feio de olhar. Pesquisei várias referências no Pinterest – algumas in-crí-veis e outras que eu espero nunca mais ver – e após semanas com as minhas coisas organizadas de maneira tão prática, fiz uma compilação de ideias e sugestões para compartilhar com vocês.

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Fonte das imagens: Esquerda | Direita

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Selecione o que você precisa

Eu não tenho espaço no banheiro para colocar os meus produtos de higiene pessoal, skincare, perfumaria, maquiagem… e estava deixando TUDO em cima da cômoda, tanto produtos de uso diário quanto produtos de uso raro.

Então a cada dia os produtos estavam em uma posição diferente, era difícil de pegar algumas coisas e tudo acumulava poeira com uma facilidade chocante (e dava uma preguiça enorme de limpar porque precisava retirar toda essa bagunça para passar um pano).

Então eu peguei uma bandeja e coloquei nela apenas os produtos que eu realmente preciso usar diariamente/semanalmente. O restante eu guardei em uma prateleira no armário e alguns eram apenas embalagens vazias (!) e foram para a lixeira.

A foto acima, na direita, tem um exemplo de como fica a organização na bandeja. Na foto são bebidas, mas é a mesma coisa com os produtos. Agora cada coisa está no seu devido lugar e a limpeza da cômoda ficou bem mais fácil.

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Fonte das imagens: Esquerda: pinterest (não encontrei a fonte original) | Direita

Equilíbrio na composição é tudo!

Eu já utilizava um prato duplo de cerâmica (desses de colocar doces para arrumar a mesa) para guardar minhas bijuterias, mas retirei várias bijuterias dele – as que não uso com frequência – e guardei em caixinhas.

Nesse organizador só deixei os acessórios que uso com muita frequência e pra que ele ficasse mais alto, coloquei sobre uma das caixas. Assim eu consegui uma composição visual fazendo um contraste de altura entre o prato duplo e a bandeja.

Visualmente fica mais bonito compor as coisas com alturas diferentes. Pode ser de forma simétrica ou assimétrica, o importante é ter equilíbrio. Ler isso é mais difícil de entender do que vendo. Então observe nas fotografias abaixo como as coisas não estão em linha reta: as velas são mais altas, os livros estão empilhados e o abajur é maior que o vaso de plantas.

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Fonte das imagens: Esquerda | Direita superior | Direita inferior

Fiz algumas ilustrações para deixar esse post mais divertido e explicativo. A organização e decoração da minha cômoda ficou exatamente como na última ilustração abaixo.

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A principal ideia é organizar e decorar misturando elementos de valor sentimental com objetos feitos para organizar (ou que podem ser usados para organizar, como é o caso das bandejas).

Se você decidir comprar novos itens só para isso, favoreça as cerâmicas, caixas revestidas com tecidos ou materiais fáceis de limpar, mas evite plástico (que pode ser muito útil para guardar coisas dentro do ármario mas para deixar exposto não costuma ficar muito bonito.

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Esse é o primeiro post de uma série de organização e stylish, espero que tenha sido útil e inspirador. Se ficou alguma dúvida, só deixar um comentário!

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Detalhes da decoração do home-office

Fotografia Slide

Enquanto eu escrevia o post que programei para publicar hoje, entre um pomodoro e outro, senti uma vontade enorme de fotografar detalhes da decoração do meu home-office / ateliê, então resolvi trocar o tema de hoje para esses registros das coisas que mais tem me inspirado aqui em casa.

Pela primeira vez eu consegui montar uma decoração apenas com as coisas que eu já tenho e ficar realmente satisfeita em estar nesse ambiente todos os dias. Desentoquei livros do armário, presentes de aniversário que eu amo, cd’s antigos e misturei com as minhas ferramentas de trabalho atuais: tintas, ferragens, telas, papel e etc.

Eu coleciono os personagens de Peanuts e gosto que eles façam parte da decoração
Essa não é a melhor maneira de guardar os pincéis, mas eu gosto que eles fiquem bem fáceis de pegar sempre que eu preciso e ainda não tenho um estojo adequado
Para decorar aqui, utilizei uma gravura e sua respectiva matriz feita em acrílico por mim em 2017

Cada coisa no seu lugar

Eventualmente eu vou acabar mudando tudo de lugar porque enjoo da decoração com muita facilidade, mas por enquanto estou amando poder olhar para todas essas coisas e ter tudo no seu devido lugar, com algumas das minhas ferramentas ao alcance das minhas mãos sempre que preciso.

O próximo post (que eu pretendia publicar hoje) tem várias ideias e dicas de organização e decoração que me ajudaram a produzir tanto o meu home-office quanto a minha cômoda e mesinha lateral do quarto de dormir (já postei alguns stories lá no meu instagram). Resolvi criar uma série de posts com essas dicas e ele será o primeiro dessa série. Enquanto isso, espero que essas fotografias possam servir de inspiração.

Os livros que eu já li ou que não consulto com frequência deixei por baixo
Minhas revistas favoritas de design <3

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O que eu achei do livro vocação para o mal

Livros

Vocação para o mal (título original em inglês career of evil) é o terceiro livro da série sobre o detetive Cormoran Strike, do autor Robert Galbraith (pseudônimo de J.K. Rowling).

Livros de suspense, principalmente suspense policial (olá amantes de Agatha Christie, Stieg Larsson, Conan Doyle e afins) raramente me decepcionam e, ao mesmo tempo, precisam de muitas coisas para me surpreender, que foi exatamente o caso de vocação para o mal.

Sinopse de vocação para o mal

Quando um misterioso pacote é entregue a Robin Ellacott, ela fica horrorizada ao descobrir que contém a perna decepada de uma mulher. Seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, fica menos surpreso, mas não menos alarmado (fonte: editora Rocco). Três suspeitos, trazidos do passado do detetive, passam a ser investigados, levando a narrativa para três histórias dentro de uma e explorando diferentes aspectos de crimes brutais.

Não consegui mais pausar a leitura

Precisei de um mês para concluir a leitura (com várias outras leituras em andamento), o que pra mim é um tempo bem curto para concluir um livro de 496 páginas. A história vai se desenvolvendo e você não apenas quer saber sobre quem enviou a perna – e porquê – mas também qual será o próximo passo do assassino e do detetive. Além disso, a narrativa vai envolvendo outros personagens interligados com os personagens principais e desenvolvendo mais sobre a vida deles também.

Gosto muito do personagem principal, o detetive Cormoran Strike. Robert Galbraith (que por sinal tem um site muito legal) criou uma história de vida para ele cheia de ganchos interessantes e dá vontade de descobrir mais não apenas sobre a parte policial, mas também sobre a vida pessoal dele, com relacionamentos conturbados, tanto amoroso como familiar.

Outra coisa bem legal desse livro em específico é que os capítulos tem trechos de música da banda Blue Öyster Cult, que envolvem toda a narrativa. Gosto muito de uma música deles “(don’t fear) the reaper” que tocou no final da segunda temporada de Orange is the new black e achei bem legal ir conhecendo as outras músicas enquanto lia a história.

Pontos negativos sobre a leitura

SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!! SPOILER!!!

Eu não lembro de nos outros dois livros dessa série – O chamado do cuco e o bicho-da-seda – o relacionamento da Robin com o Strike estar caminhando tanto pra um romance. Isso foi um ponto que me incomodou muito (opinião completamente pessoal, ok?) porque eu via a Robin como uma personagem muito sensata e profissional e, embora o noivo dela seja um personagem bastante intragável (sempre achei), nunca pensei que funcionaria uma paixão entre ela e o detetive. No máximo, um casinho. E justo nesse livro, tanto ela quanto o Strike tem uns momentos muito patéticos e que não parecem encaixar direito com o que eu já tinha de contexto sobre os dois.

Achei um pouco forçada a possibilidade de um relacionamento entre os dois.

Vocação para o mal tem muitas críticas relacionadas com feminicídio, o que é ótimo! Especialmente considerando-se alguns posicionamentos polêmicos da J.K Rowling. E então surge uma rivalidade feminina um tanto desnecessária, por causa de um homem (surprise surprise), com uma personagem que nem chegou a ser desenvolvida, que apenas é colocada na história como “vilã”, a mulherzinha vaziaquedormiucomfulano e quer destruirorelacionamentodaciclana.

Quem é que tem paciência pra isso em 2020?

Sobre o suspense em si, eu geralmente não sou muito exigente pra que a história tenha todos os pontos muito bem fechados. Ainda assim achei que alguns desfechos (lembre que são três casos dentro de uma história só) foram muito bobos considerando que o plot foi tão bem desenvolvido no começo e no meio.

Minha limonada favorita com limão siciliano e hortelã acompanhando minha leitura no dia das fotos para esse post

Apesar de todas essas considerações negativas, quando eu finalizei o livro fiquei super triste pensando que ainda teria que esperar muito até o próximo livro ser lançado. E fiquei MUITO feliz quando logo depois descobri que na verdade já havia sido lançado e traduzido para o português, e já estou lendo o quarto livro: branco letal (consegui o e-book na amazon por R$13,00).

Links para comprar Vocação para o mal:

Em português: Amazon | Em inglês: Book depository

Esse post contém links de afiliado. Caso você efetue alguma compra seguindo os links, uma pequena porcentagem vai para o blog.

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Cor coral na decoração

Cores
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Poltrona lua, com design moderno
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Talvez eu esteja um pouco atrasada em destacar a cor coral na decoração no post de hoje, já que essa foi a cor Pantone do ano de 2019 – não atoa chamada de living coral. Mas estive pesquisando várias referências durante a semana passada, e a cor coral estava presente em praticamente tudo o que eu vi e ela não saiu mais da minha cabeça (sem falar que o azul clássico eleito para esse ano é um tom tão frio). Então eu encontrei essa maravilhosa (e esgotada!) almofada da Garmentory e fiz essa combinação com a Poltrona lua, da meu móvel de madeira.

Posts relacionados: Colagem com travesseiro em tom coral | Quirk hotel

Onde usar cores fortes

Cor coral fica linda tanto na pintura de paredes e móveis quanto pontuada apenas em alguns objetos. Para quem enjoa mais fácil da decoração, é uma boa usar cores mais fortes como essa em coisas fáceis de trocar, como capas de almofadas, roupa de cama, pôsteres. Ou utilizar cores fortes em proporção pequena, como por exemplo, em uma pintura em tela exposta na parede ou vasos, base de abajur…opção é o que não falta.

Já quem não enjoa com facilidade ou pode redecorar quando quiser, vale a pena investir nessa cor e até fazer combinações mais ousadas com outros tons de rosa ou com outras cores fortes. Em posts futuros trarei projetos de referência e inspiração para exemplificar como essas combinações funcionam na prática.

Obs: esse post contém link de afiliado, ou seja, se você efetuar uma compra do produto indicado, eu ganho uma pequena comissão de divulgação. As opiniões e informações em todo o post permanecem sinceras e autênticas.

Se quiser, pode deixar uma sugestão de post/dúvida na área de comentários! Beijos e até o próximo! T

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Buenos Aires photo diary

Viagem

Meu ano começou com 8 dias em Buenos Aires, sendo surpreendida a cada minuto por uma cidade linda e cheia de cultura. Nesse diário de fotos dá pra ter uma noção da variedade de coisas que eu encontrei por lá. Ainda pretendo fazer outros posts para falar em detalhes das atrações que eu acho que valem a pena visitar, mas por enquanto deixo vocês com esses registros.

Nunca pensei que posaria para foto em um túmulo, mas aqui estou eu haha
Arquitetura magnífica <3
A expressão de perplexidade foi real hahaha
Com André, meu namorado

Desculpem a quantidade de fotos e, acreditem em mim, deu muito trabalho selecionar apenas essas (!)

Não sei se nos próximos posts sobre Buenos Aires eu falo primeiro sobre os museus, sobre a arquitetura ou sobre os pontos turísticos, restaurantes… se tiver interesse em um desses temas já deixa um comentário pra me ajudar a escolher <3

Beijos e até o próximo!